16.8.11
15.8.11
Hoje é o dia do meu adversário
Até os 15 anos de idade, a gente espera o aniversário como um grande acontecimento. A gente conta os dias pra apagar as velhinhas, fazer a festa, ganhar os presentes.
Quando a gente fica adolescente até meados dos vinte anos, a gente fica chateado porque alguém esqueceu de nós e feliz pela quantidade de abraços, de mensagens, de telefonemas, como se fosse uma coleção de estimas.
Depois dos 30, a gente até gosta, vai fazer festa com os amigos, mas a pegada é outra. A gente começa a ter medos. Medo de ficar velho e infeliz. Medo de ficar sozinho.
Depois dos 40, a coisa aperta bem mais. E acredito que depois dos 50, 60, 70, 80, 90, os valores são bem outros e nada é assim tão comemorado.
Eu agradeço muito a consideração, respeito e carinho com que as pessoas se recordam da gente. E vejo até que muita gente se lembra porque gosta ou que esquece mesmo. E ainda me pego me magoando um pouco com alguns esquecimentos... Tem gente que quer, mas não pode. Tem gente que pode, mas não quer. Em suma, tudo isso pra falar que aniversário para mim é uma espécie de adversário. Adversário de mim mesmo.
Explico: quanto mais passam-se os anos menos oportunidades a gente têm. E não adianta falar que isso é besteira porque a minha experiência de vida reza vai por esta cartilha. Passam-se os anos, o tempo vai mudando as folhinhas e a vida afetiva começa a se tornar mais restrita. Antes, eu não precisava fazer contas para ver se eu podia ou não podia avançar numa paquera. Agora, um monte de gente é proibida porque é nova demais... Eu não posso me interessar pelas mulheres de 20 e poucos porque são muito jovens. Quando eu tinha 30 eu podia, não é assim? E ainda têm muitas de 30 que acham que eu sou velho para elas... Ou têm aquelas que saíram recentes de um relacionamento e acham que eu sou muito sério para uma "chinfra". Vários empecilhos. O caso é que o meu tempo na afetividade está restrito à uma faixa etária.
A sexualidade então começa a ficar mais sofisticada e mais seletiva. Sim, é bom, mas é péssimo também. Imagina num mundo de hoje se a gente escolher demais, a gente acaba num monastério. Não pode. Deparo-me com um grande problema: se um homem tem mais de 40 hoje e não é casado... Hum... ou ele frequenta puteiros (eu não sou adepto) ou vai viver uma vida de total desequilíbrio sexual. Porque namorar é uma agulha no palheiro. E daí, o pobre fica desesperado e pega a primeira encrenca que aparece... E se dá muito mal...
O tempo passa e tudo fica bem mais estreito. Profissão, trabalho, amor, sexo, até vida social. Então, como eu posso comemorar com tantas restrições? Como fala meu amigo Wagner Borges, que também detesta aniversários, o cara comemora mais um ano perto da morte. (Risos). Uai, mas não é verdade?
O que eu quero dizer é que isso não ocorre no mundo todo. Em diversos países do Oriente, quanto mais velho e experiente, mais chance, respeito, admiração, aparecem. Não há esta questão etária estúpida de relacionamentos. Há somente o momento.
E para quem é espiritualista, é burrice demais pensar nisso, ou ter qualquer preconceito ou discriminação. Um espiritualista sabe que tudo pode estar por um segundo, um bebê pode morrer bem mais depressa que um velho de 100 anos. Que uma mulher jovem pode ficar doente e padecer aos 30 anos. Que um homem pode voltar ao plano astral com 20. E assim, por diante. O que importa é o aqui e agora, já!
Espero que o mundo mude um pouco com estes protestos, mesmo que miúdos. E que nós, os quarentões, cinquentões, sexagenários, centenários, ganhem mais apoio, força, respeito, e a chance de sermos mais felizes e respeitados. Hoje, há muita hipocrisia.
Quando a gente fica adolescente até meados dos vinte anos, a gente fica chateado porque alguém esqueceu de nós e feliz pela quantidade de abraços, de mensagens, de telefonemas, como se fosse uma coleção de estimas.
Depois dos 30, a gente até gosta, vai fazer festa com os amigos, mas a pegada é outra. A gente começa a ter medos. Medo de ficar velho e infeliz. Medo de ficar sozinho.
Depois dos 40, a coisa aperta bem mais. E acredito que depois dos 50, 60, 70, 80, 90, os valores são bem outros e nada é assim tão comemorado.
Eu agradeço muito a consideração, respeito e carinho com que as pessoas se recordam da gente. E vejo até que muita gente se lembra porque gosta ou que esquece mesmo. E ainda me pego me magoando um pouco com alguns esquecimentos... Tem gente que quer, mas não pode. Tem gente que pode, mas não quer. Em suma, tudo isso pra falar que aniversário para mim é uma espécie de adversário. Adversário de mim mesmo.
Explico: quanto mais passam-se os anos menos oportunidades a gente têm. E não adianta falar que isso é besteira porque a minha experiência de vida reza vai por esta cartilha. Passam-se os anos, o tempo vai mudando as folhinhas e a vida afetiva começa a se tornar mais restrita. Antes, eu não precisava fazer contas para ver se eu podia ou não podia avançar numa paquera. Agora, um monte de gente é proibida porque é nova demais... Eu não posso me interessar pelas mulheres de 20 e poucos porque são muito jovens. Quando eu tinha 30 eu podia, não é assim? E ainda têm muitas de 30 que acham que eu sou velho para elas... Ou têm aquelas que saíram recentes de um relacionamento e acham que eu sou muito sério para uma "chinfra". Vários empecilhos. O caso é que o meu tempo na afetividade está restrito à uma faixa etária.
A sexualidade então começa a ficar mais sofisticada e mais seletiva. Sim, é bom, mas é péssimo também. Imagina num mundo de hoje se a gente escolher demais, a gente acaba num monastério. Não pode. Deparo-me com um grande problema: se um homem tem mais de 40 hoje e não é casado... Hum... ou ele frequenta puteiros (eu não sou adepto) ou vai viver uma vida de total desequilíbrio sexual. Porque namorar é uma agulha no palheiro. E daí, o pobre fica desesperado e pega a primeira encrenca que aparece... E se dá muito mal...
O tempo passa e tudo fica bem mais estreito. Profissão, trabalho, amor, sexo, até vida social. Então, como eu posso comemorar com tantas restrições? Como fala meu amigo Wagner Borges, que também detesta aniversários, o cara comemora mais um ano perto da morte. (Risos). Uai, mas não é verdade?
O que eu quero dizer é que isso não ocorre no mundo todo. Em diversos países do Oriente, quanto mais velho e experiente, mais chance, respeito, admiração, aparecem. Não há esta questão etária estúpida de relacionamentos. Há somente o momento.
E para quem é espiritualista, é burrice demais pensar nisso, ou ter qualquer preconceito ou discriminação. Um espiritualista sabe que tudo pode estar por um segundo, um bebê pode morrer bem mais depressa que um velho de 100 anos. Que uma mulher jovem pode ficar doente e padecer aos 30 anos. Que um homem pode voltar ao plano astral com 20. E assim, por diante. O que importa é o aqui e agora, já!
Espero que o mundo mude um pouco com estes protestos, mesmo que miúdos. E que nós, os quarentões, cinquentões, sexagenários, centenários, ganhem mais apoio, força, respeito, e a chance de sermos mais felizes e respeitados. Hoje, há muita hipocrisia.
12.8.11
O CORAÇÃO É O CÃO
Chega um momento, em que o coração toma jeito e começa a conhecer as artimanhas dos seus inimigos.
O algoz, o velho sádico (a) algoz que intenta sempre ferir o coração, já não apresenta tantas forças e perde o seu relêvo. É o tempo do amortecimento. De tanto ser pisoteado, massacrado com as esporas da maldade, o coração combale, desmaia, perde os sentidos. Quando volta deste sono estranho, o coração parece tomar jeito e se encapa como um fio de cobre. Ele se cobre e descobre que precisa ser feliz.
O sádico (a) que era viciado em pisoteá-lo já não tem mais importância, justamente porque não deu importância a ele. Ele, compassivamente o perdoava, porque é o que deve fazer os corações. Mas, chega a hora que a caça vira caçador, o feitiço vira contra o feiticeiro, e o coração vai à forra. A vingança do coração é a falta de sentimento. Ele se esfria. Suas veias se esfriam e ele já não sente.
O coração é como um cão. Ele abaixa a cabeça muitas vezes. Mas, quando é muito maltratado, ele foge, passa do amor ao medo e não reconhece mais seu ex-dono. Seu faro busca outros cheitos. Até aparecer alguém com um sorriso franco para que ele abane o seu rabo.
Neste momento, meu coração abana o rabo da esperança...
O algoz, o velho sádico (a) algoz que intenta sempre ferir o coração, já não apresenta tantas forças e perde o seu relêvo. É o tempo do amortecimento. De tanto ser pisoteado, massacrado com as esporas da maldade, o coração combale, desmaia, perde os sentidos. Quando volta deste sono estranho, o coração parece tomar jeito e se encapa como um fio de cobre. Ele se cobre e descobre que precisa ser feliz.
O sádico (a) que era viciado em pisoteá-lo já não tem mais importância, justamente porque não deu importância a ele. Ele, compassivamente o perdoava, porque é o que deve fazer os corações. Mas, chega a hora que a caça vira caçador, o feitiço vira contra o feiticeiro, e o coração vai à forra. A vingança do coração é a falta de sentimento. Ele se esfria. Suas veias se esfriam e ele já não sente.
O coração é como um cão. Ele abaixa a cabeça muitas vezes. Mas, quando é muito maltratado, ele foge, passa do amor ao medo e não reconhece mais seu ex-dono. Seu faro busca outros cheitos. Até aparecer alguém com um sorriso franco para que ele abane o seu rabo.
Neste momento, meu coração abana o rabo da esperança...
11.8.11
É leve e infeliz, por isso controla o peso dos outros
Eu entendo a preocupação de algumas pessoas em manter a forma, só não entendo a obsessão destas pessoas em manter a forma como forma de vida.
Eu faço dieta desde que me conheço por gente física. Fiz esporte, natação, caminhei muito, detesto academia, mas até isso eu já fiz e posso voltar a fazer. Consumo produtos diet e light, não como frituras, doce só fim de semana, mas me permito comer pão de queijo, tomar uma cerveja, degustar um chocolate quente.
O corpo muda, o metabolismo fica mais lento, e é lógico que podem aparecer alguns excessos. Mas, aí vem os obsediados (e muitos são bem infelizes e compensam isso nos comentários maldosos com os outros..) de plantão falarem de peso, pneuzinho, barriguinha, bunda, ... Ora, vão se catar! Eu rio demais quando eu os encontro depois de muitos anos... Eu consigo manter e variar o peso entre 5 quilos, a mais e a menos. Mas, muitos destes que falaram do tamanho da minha bunda de negão, eu vejo com 315 quilos a mais com o tempo... Disfarço e penso: - tá vendo, lerdo! O que você vai falar agora? Vamos falar de peso?
Eu não desisto de me cuidar. Caminho sempre que posso, faço natação de vez em quando, armo uma academia de vez em nunca, controlo minha alimentação. Mas, esta chatice e desagradabilidade (parece o Tite falando..) já deu... Confesso que admiro ver a derrocada física destes falantes obsediados. Mas, não falo nada para eles porque meu coração é bom. Mas, que eu penso, eu penso.
Eu faço dieta desde que me conheço por gente física. Fiz esporte, natação, caminhei muito, detesto academia, mas até isso eu já fiz e posso voltar a fazer. Consumo produtos diet e light, não como frituras, doce só fim de semana, mas me permito comer pão de queijo, tomar uma cerveja, degustar um chocolate quente.
O corpo muda, o metabolismo fica mais lento, e é lógico que podem aparecer alguns excessos. Mas, aí vem os obsediados (e muitos são bem infelizes e compensam isso nos comentários maldosos com os outros..) de plantão falarem de peso, pneuzinho, barriguinha, bunda, ... Ora, vão se catar! Eu rio demais quando eu os encontro depois de muitos anos... Eu consigo manter e variar o peso entre 5 quilos, a mais e a menos. Mas, muitos destes que falaram do tamanho da minha bunda de negão, eu vejo com 315 quilos a mais com o tempo... Disfarço e penso: - tá vendo, lerdo! O que você vai falar agora? Vamos falar de peso?
Eu não desisto de me cuidar. Caminho sempre que posso, faço natação de vez em quando, armo uma academia de vez em nunca, controlo minha alimentação. Mas, esta chatice e desagradabilidade (parece o Tite falando..) já deu... Confesso que admiro ver a derrocada física destes falantes obsediados. Mas, não falo nada para eles porque meu coração é bom. Mas, que eu penso, eu penso.
10.8.11
A LIÇÃO DE CARLITO
No último domingo, assisti a um documentário sobre a vida do cantor e compositor argentino Carlos Gardel. Sua voz era marcante, sua imagem bela e limpa, suas composições ficaram na memória do mundo. Era elegante, apesar de combater a obesidade em toda a sua vida. Trajava-se com requinte. Era amado, reverenciado. Fez mais de dez filmes na Broadway. Músicas como Por una cabeza, Mano a Mano, El Dia que me Quieras, Volver, entre outras tantas, foram imortalizadas por sua voz. Tinha uma capacitade de interpretação fora do comum. Poderia ficar neste preâmbulo até amanhã. Mas, o objetivo desta nota não é falar específicamente do talento imensurável de Gardel. O que eu quero dizer é que tudo, mas tudo mesmo, pode estar por um segundo...
Carlos Gardel morreu no auge da sua carreira. Estava no Aeroporto de Medellin, na Colômbia, quando seu avião, que nem havia decolado, bateu em outro avião por conta do erro de um sinalizador e por falta de condições visuais. Carlito morreu na hora no choque e foi um choque para a nação argentina. Estava com 45 anos.
O que eu quero dizer é que devemos viver cada momento, cada segundo, cada instante da vida como se fosse o último, conforme disse Maomé. Não há mal que perdure a eternidade, e nem bem que seja eterno. Tudo pode mudar. A roda gira e, ao mesmo tempo que estamos lá em cima, podemos despencar e vice e versa.
Assim, aproveite o AGORA porque somente o agora é eterno. Este é um presente.
Outro presente é isso: http://www.youtube.com/watch?v=fhR09litykM
Carlos Gardel morreu no auge da sua carreira. Estava no Aeroporto de Medellin, na Colômbia, quando seu avião, que nem havia decolado, bateu em outro avião por conta do erro de um sinalizador e por falta de condições visuais. Carlito morreu na hora no choque e foi um choque para a nação argentina. Estava com 45 anos.
O que eu quero dizer é que devemos viver cada momento, cada segundo, cada instante da vida como se fosse o último, conforme disse Maomé. Não há mal que perdure a eternidade, e nem bem que seja eterno. Tudo pode mudar. A roda gira e, ao mesmo tempo que estamos lá em cima, podemos despencar e vice e versa.
Assim, aproveite o AGORA porque somente o agora é eterno. Este é um presente.
Outro presente é isso: http://www.youtube.com/watch?v=fhR09litykM
9.8.11
O Cristo e o cristão são divergentes
Um é o Cristo, outro é o cristão. São divergentes.
O Cristo não precisa de guia, Ele é o próprio guia, o próprio pastor.
O cristão necessita de um guia, mesmo que este seja cego.
O cristão busca a Cristo em todos os lugares, menos no interior dele.
Cristo não é apenas Jesus, Cristo é um estado de consciência, assim como Buda.
Qualquer ser vive para tornar-se Cristo um dia. Para isso não é preciso Bíblia, nem Velho, nem Novo Mandamento.
O Cristo habita no coração de cada um como uma jóia.
Assim é com o inferno. O homem inventou o inferno para se punir.
O inferno também está dentro de nós. O diabo somos nós, os nossos pensamentos e atitudes.
Contudo, não pode haver imposição de Deus e do diabo porque não podemos impor algo que já está dentro de nós.
Resta saber a quem alimentamos mais...
O Cristo não precisa de guia, Ele é o próprio guia, o próprio pastor.
O cristão necessita de um guia, mesmo que este seja cego.
O cristão busca a Cristo em todos os lugares, menos no interior dele.
Cristo não é apenas Jesus, Cristo é um estado de consciência, assim como Buda.
Qualquer ser vive para tornar-se Cristo um dia. Para isso não é preciso Bíblia, nem Velho, nem Novo Mandamento.
O Cristo habita no coração de cada um como uma jóia.
Assim é com o inferno. O homem inventou o inferno para se punir.
O inferno também está dentro de nós. O diabo somos nós, os nossos pensamentos e atitudes.
Contudo, não pode haver imposição de Deus e do diabo porque não podemos impor algo que já está dentro de nós.
Resta saber a quem alimentamos mais...
8.8.11
CHICO PARAPOUCOS
Prezados pagodeiros que rimam amor com flor.
Amados breganejos luansantânicos.
Caros funqueiros apreciadores de cachorras.
Por favor, não comentem e nem olhem para o novo cd do Chico Buarque, "Chico", lançado recentemente. Vocês não vão apreciar.
Continuem a bancar seus artistas.
Esta nova obra é muito inteligente, vocês não vão entender.
As letras são carregadas de literatura, você não vão curtir.
O samba Sou Eu é cantado com o Wilson das Neves, não é o Netinho, nem o Belo.
Se eu soubesse é uma brincadeira delicada com a cantora Thais Culin.
Nina é uma valsa esotérica linda!
Sem Você 2 é a continuação de Sem Você, canção tocante do mesmo autor e que o Djavan um dia injetou num final de canção, vocês não conhecem...
Barrafunda é um azougue de letra, dessas músicas-futebol-escoladesamba que só ele faz.
Querido Diário é uma viagem solitária, uma crônica musicada com toques retirantes.
Essa pequena é um blues sofisticado de uma relação entre um cara mais velho e uma moça com cabelo cor de abóbora. A interpretação é bluseira.
Tipo um Baião é vanguardista e bem construída e bem humorada. A palavra Tremeluzir é o máximo!
Sinhá tem participação do João Bosco, vocês não gostam... É meio Brejo da Cruz...
Isso mesmo, virem o disco, coloquem outro cd, não baixem.
Deixem que eu escuto para vocês.
Obrigado
Amados breganejos luansantânicos.
Caros funqueiros apreciadores de cachorras.
Por favor, não comentem e nem olhem para o novo cd do Chico Buarque, "Chico", lançado recentemente. Vocês não vão apreciar.
Continuem a bancar seus artistas.
Esta nova obra é muito inteligente, vocês não vão entender.
As letras são carregadas de literatura, você não vão curtir.
O samba Sou Eu é cantado com o Wilson das Neves, não é o Netinho, nem o Belo.
Se eu soubesse é uma brincadeira delicada com a cantora Thais Culin.
Nina é uma valsa esotérica linda!
Sem Você 2 é a continuação de Sem Você, canção tocante do mesmo autor e que o Djavan um dia injetou num final de canção, vocês não conhecem...
Barrafunda é um azougue de letra, dessas músicas-futebol-escoladesamba que só ele faz.
Querido Diário é uma viagem solitária, uma crônica musicada com toques retirantes.
Essa pequena é um blues sofisticado de uma relação entre um cara mais velho e uma moça com cabelo cor de abóbora. A interpretação é bluseira.
Tipo um Baião é vanguardista e bem construída e bem humorada. A palavra Tremeluzir é o máximo!
Sinhá tem participação do João Bosco, vocês não gostam... É meio Brejo da Cruz...
Isso mesmo, virem o disco, coloquem outro cd, não baixem.
Deixem que eu escuto para vocês.
Obrigado
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