Meu pai sempre me diz: uma banana podre no meio das boas, apodrece o resto.
Hoje não estou muito no afã de escrever, mas não poderia deixar de registrar minha indignação com relação aos pseudoamigos.
Atentem, muitas vezes a gente deita tanto amor, versos e prosas para certas amizades. Quando chega lá na frente a gente se decepciona com traições, mentiras, desrespeitos.
Estamos lidando com pessoas e pessoas fazem grandes obras, mas também "obram".
Cuidado! Não é só namorados (as), família e desafetos que te prejudicam. Amizades, também.
Eu tenho uma opinião marcante sobre isso: qualquer relação calcada em interesse não é amizade.
Portanto, se alguém aparece na sua vida apenas para usar você, isso é oportunismo.
19.8.11
18.8.11
Bundas, peitos, pintos e outros mais
Na postagem passada eu falei sobre a possível descoberta de uma técnica de combate ao câncer.
Falo de amor, de virtude, de espírito, de alma. Eu posso falar sobre a auspiciosa novidade de que os animais não serão mais experimentos científicos. Posso até comemorar o fim dos rodeios das touradas, das farras do boi, da extinção da floresta amazônica, da cura da Aids...
Mas, o que faz sucesso mesmo é a baixaria e a sacanagem.
Então, resolvi postar uma série de palavras que fazem sucesso. Assim, vou contabilizar quantas pessoas vão entrar neste blog hoje para ler e comparar com os dias passados. Juro que conto para vocês. Assim, me desculpem os mais tradicionalistas e puritanos, mas vou falar de bundas, peitos, pintos, putarias, funks, fucks, e outros quetais.
Está aberta a contagem!!!
Falo de amor, de virtude, de espírito, de alma. Eu posso falar sobre a auspiciosa novidade de que os animais não serão mais experimentos científicos. Posso até comemorar o fim dos rodeios das touradas, das farras do boi, da extinção da floresta amazônica, da cura da Aids...
Mas, o que faz sucesso mesmo é a baixaria e a sacanagem.
Então, resolvi postar uma série de palavras que fazem sucesso. Assim, vou contabilizar quantas pessoas vão entrar neste blog hoje para ler e comparar com os dias passados. Juro que conto para vocês. Assim, me desculpem os mais tradicionalistas e puritanos, mas vou falar de bundas, peitos, pintos, putarias, funks, fucks, e outros quetais.
Está aberta a contagem!!!
17.8.11
Médico astral mostra técnica de combate ao Câncer
Algum tempo atrás, tive uma experiência científica fora do corpo.
Um médico, que eu não conseguia ver o rosto, me mostrava uma nova técnica de combate ao câncer.
Ele injetava uma agulha bem fina e longa, monitorada por uma tela, dentro do núcleo de um tumor.
Um líquido era espargido dentro daquele "troço". Passado algum tempo, o cientista astral me mostrou as etapas da técnica - o tumor ia secando, secando até desaparecer por completo.
O médico afirmava categoricamente que aquela era uma técnica avançada de combate ao câncer e que logo estaria sendo aplicada na Terra.
Acredito que esta técnica já deve estar estourando por aqui, se é que ainda não chegou.
Vamos cruzar os dedos!
Um médico, que eu não conseguia ver o rosto, me mostrava uma nova técnica de combate ao câncer.
Ele injetava uma agulha bem fina e longa, monitorada por uma tela, dentro do núcleo de um tumor.
Um líquido era espargido dentro daquele "troço". Passado algum tempo, o cientista astral me mostrou as etapas da técnica - o tumor ia secando, secando até desaparecer por completo.
O médico afirmava categoricamente que aquela era uma técnica avançada de combate ao câncer e que logo estaria sendo aplicada na Terra.
Acredito que esta técnica já deve estar estourando por aqui, se é que ainda não chegou.
Vamos cruzar os dedos!
16.8.11
15.8.11
Hoje é o dia do meu adversário
Até os 15 anos de idade, a gente espera o aniversário como um grande acontecimento. A gente conta os dias pra apagar as velhinhas, fazer a festa, ganhar os presentes.
Quando a gente fica adolescente até meados dos vinte anos, a gente fica chateado porque alguém esqueceu de nós e feliz pela quantidade de abraços, de mensagens, de telefonemas, como se fosse uma coleção de estimas.
Depois dos 30, a gente até gosta, vai fazer festa com os amigos, mas a pegada é outra. A gente começa a ter medos. Medo de ficar velho e infeliz. Medo de ficar sozinho.
Depois dos 40, a coisa aperta bem mais. E acredito que depois dos 50, 60, 70, 80, 90, os valores são bem outros e nada é assim tão comemorado.
Eu agradeço muito a consideração, respeito e carinho com que as pessoas se recordam da gente. E vejo até que muita gente se lembra porque gosta ou que esquece mesmo. E ainda me pego me magoando um pouco com alguns esquecimentos... Tem gente que quer, mas não pode. Tem gente que pode, mas não quer. Em suma, tudo isso pra falar que aniversário para mim é uma espécie de adversário. Adversário de mim mesmo.
Explico: quanto mais passam-se os anos menos oportunidades a gente têm. E não adianta falar que isso é besteira porque a minha experiência de vida reza vai por esta cartilha. Passam-se os anos, o tempo vai mudando as folhinhas e a vida afetiva começa a se tornar mais restrita. Antes, eu não precisava fazer contas para ver se eu podia ou não podia avançar numa paquera. Agora, um monte de gente é proibida porque é nova demais... Eu não posso me interessar pelas mulheres de 20 e poucos porque são muito jovens. Quando eu tinha 30 eu podia, não é assim? E ainda têm muitas de 30 que acham que eu sou velho para elas... Ou têm aquelas que saíram recentes de um relacionamento e acham que eu sou muito sério para uma "chinfra". Vários empecilhos. O caso é que o meu tempo na afetividade está restrito à uma faixa etária.
A sexualidade então começa a ficar mais sofisticada e mais seletiva. Sim, é bom, mas é péssimo também. Imagina num mundo de hoje se a gente escolher demais, a gente acaba num monastério. Não pode. Deparo-me com um grande problema: se um homem tem mais de 40 hoje e não é casado... Hum... ou ele frequenta puteiros (eu não sou adepto) ou vai viver uma vida de total desequilíbrio sexual. Porque namorar é uma agulha no palheiro. E daí, o pobre fica desesperado e pega a primeira encrenca que aparece... E se dá muito mal...
O tempo passa e tudo fica bem mais estreito. Profissão, trabalho, amor, sexo, até vida social. Então, como eu posso comemorar com tantas restrições? Como fala meu amigo Wagner Borges, que também detesta aniversários, o cara comemora mais um ano perto da morte. (Risos). Uai, mas não é verdade?
O que eu quero dizer é que isso não ocorre no mundo todo. Em diversos países do Oriente, quanto mais velho e experiente, mais chance, respeito, admiração, aparecem. Não há esta questão etária estúpida de relacionamentos. Há somente o momento.
E para quem é espiritualista, é burrice demais pensar nisso, ou ter qualquer preconceito ou discriminação. Um espiritualista sabe que tudo pode estar por um segundo, um bebê pode morrer bem mais depressa que um velho de 100 anos. Que uma mulher jovem pode ficar doente e padecer aos 30 anos. Que um homem pode voltar ao plano astral com 20. E assim, por diante. O que importa é o aqui e agora, já!
Espero que o mundo mude um pouco com estes protestos, mesmo que miúdos. E que nós, os quarentões, cinquentões, sexagenários, centenários, ganhem mais apoio, força, respeito, e a chance de sermos mais felizes e respeitados. Hoje, há muita hipocrisia.
Quando a gente fica adolescente até meados dos vinte anos, a gente fica chateado porque alguém esqueceu de nós e feliz pela quantidade de abraços, de mensagens, de telefonemas, como se fosse uma coleção de estimas.
Depois dos 30, a gente até gosta, vai fazer festa com os amigos, mas a pegada é outra. A gente começa a ter medos. Medo de ficar velho e infeliz. Medo de ficar sozinho.
Depois dos 40, a coisa aperta bem mais. E acredito que depois dos 50, 60, 70, 80, 90, os valores são bem outros e nada é assim tão comemorado.
Eu agradeço muito a consideração, respeito e carinho com que as pessoas se recordam da gente. E vejo até que muita gente se lembra porque gosta ou que esquece mesmo. E ainda me pego me magoando um pouco com alguns esquecimentos... Tem gente que quer, mas não pode. Tem gente que pode, mas não quer. Em suma, tudo isso pra falar que aniversário para mim é uma espécie de adversário. Adversário de mim mesmo.
Explico: quanto mais passam-se os anos menos oportunidades a gente têm. E não adianta falar que isso é besteira porque a minha experiência de vida reza vai por esta cartilha. Passam-se os anos, o tempo vai mudando as folhinhas e a vida afetiva começa a se tornar mais restrita. Antes, eu não precisava fazer contas para ver se eu podia ou não podia avançar numa paquera. Agora, um monte de gente é proibida porque é nova demais... Eu não posso me interessar pelas mulheres de 20 e poucos porque são muito jovens. Quando eu tinha 30 eu podia, não é assim? E ainda têm muitas de 30 que acham que eu sou velho para elas... Ou têm aquelas que saíram recentes de um relacionamento e acham que eu sou muito sério para uma "chinfra". Vários empecilhos. O caso é que o meu tempo na afetividade está restrito à uma faixa etária.
A sexualidade então começa a ficar mais sofisticada e mais seletiva. Sim, é bom, mas é péssimo também. Imagina num mundo de hoje se a gente escolher demais, a gente acaba num monastério. Não pode. Deparo-me com um grande problema: se um homem tem mais de 40 hoje e não é casado... Hum... ou ele frequenta puteiros (eu não sou adepto) ou vai viver uma vida de total desequilíbrio sexual. Porque namorar é uma agulha no palheiro. E daí, o pobre fica desesperado e pega a primeira encrenca que aparece... E se dá muito mal...
O tempo passa e tudo fica bem mais estreito. Profissão, trabalho, amor, sexo, até vida social. Então, como eu posso comemorar com tantas restrições? Como fala meu amigo Wagner Borges, que também detesta aniversários, o cara comemora mais um ano perto da morte. (Risos). Uai, mas não é verdade?
O que eu quero dizer é que isso não ocorre no mundo todo. Em diversos países do Oriente, quanto mais velho e experiente, mais chance, respeito, admiração, aparecem. Não há esta questão etária estúpida de relacionamentos. Há somente o momento.
E para quem é espiritualista, é burrice demais pensar nisso, ou ter qualquer preconceito ou discriminação. Um espiritualista sabe que tudo pode estar por um segundo, um bebê pode morrer bem mais depressa que um velho de 100 anos. Que uma mulher jovem pode ficar doente e padecer aos 30 anos. Que um homem pode voltar ao plano astral com 20. E assim, por diante. O que importa é o aqui e agora, já!
Espero que o mundo mude um pouco com estes protestos, mesmo que miúdos. E que nós, os quarentões, cinquentões, sexagenários, centenários, ganhem mais apoio, força, respeito, e a chance de sermos mais felizes e respeitados. Hoje, há muita hipocrisia.
12.8.11
O CORAÇÃO É O CÃO
Chega um momento, em que o coração toma jeito e começa a conhecer as artimanhas dos seus inimigos.
O algoz, o velho sádico (a) algoz que intenta sempre ferir o coração, já não apresenta tantas forças e perde o seu relêvo. É o tempo do amortecimento. De tanto ser pisoteado, massacrado com as esporas da maldade, o coração combale, desmaia, perde os sentidos. Quando volta deste sono estranho, o coração parece tomar jeito e se encapa como um fio de cobre. Ele se cobre e descobre que precisa ser feliz.
O sádico (a) que era viciado em pisoteá-lo já não tem mais importância, justamente porque não deu importância a ele. Ele, compassivamente o perdoava, porque é o que deve fazer os corações. Mas, chega a hora que a caça vira caçador, o feitiço vira contra o feiticeiro, e o coração vai à forra. A vingança do coração é a falta de sentimento. Ele se esfria. Suas veias se esfriam e ele já não sente.
O coração é como um cão. Ele abaixa a cabeça muitas vezes. Mas, quando é muito maltratado, ele foge, passa do amor ao medo e não reconhece mais seu ex-dono. Seu faro busca outros cheitos. Até aparecer alguém com um sorriso franco para que ele abane o seu rabo.
Neste momento, meu coração abana o rabo da esperança...
O algoz, o velho sádico (a) algoz que intenta sempre ferir o coração, já não apresenta tantas forças e perde o seu relêvo. É o tempo do amortecimento. De tanto ser pisoteado, massacrado com as esporas da maldade, o coração combale, desmaia, perde os sentidos. Quando volta deste sono estranho, o coração parece tomar jeito e se encapa como um fio de cobre. Ele se cobre e descobre que precisa ser feliz.
O sádico (a) que era viciado em pisoteá-lo já não tem mais importância, justamente porque não deu importância a ele. Ele, compassivamente o perdoava, porque é o que deve fazer os corações. Mas, chega a hora que a caça vira caçador, o feitiço vira contra o feiticeiro, e o coração vai à forra. A vingança do coração é a falta de sentimento. Ele se esfria. Suas veias se esfriam e ele já não sente.
O coração é como um cão. Ele abaixa a cabeça muitas vezes. Mas, quando é muito maltratado, ele foge, passa do amor ao medo e não reconhece mais seu ex-dono. Seu faro busca outros cheitos. Até aparecer alguém com um sorriso franco para que ele abane o seu rabo.
Neste momento, meu coração abana o rabo da esperança...
11.8.11
É leve e infeliz, por isso controla o peso dos outros
Eu entendo a preocupação de algumas pessoas em manter a forma, só não entendo a obsessão destas pessoas em manter a forma como forma de vida.
Eu faço dieta desde que me conheço por gente física. Fiz esporte, natação, caminhei muito, detesto academia, mas até isso eu já fiz e posso voltar a fazer. Consumo produtos diet e light, não como frituras, doce só fim de semana, mas me permito comer pão de queijo, tomar uma cerveja, degustar um chocolate quente.
O corpo muda, o metabolismo fica mais lento, e é lógico que podem aparecer alguns excessos. Mas, aí vem os obsediados (e muitos são bem infelizes e compensam isso nos comentários maldosos com os outros..) de plantão falarem de peso, pneuzinho, barriguinha, bunda, ... Ora, vão se catar! Eu rio demais quando eu os encontro depois de muitos anos... Eu consigo manter e variar o peso entre 5 quilos, a mais e a menos. Mas, muitos destes que falaram do tamanho da minha bunda de negão, eu vejo com 315 quilos a mais com o tempo... Disfarço e penso: - tá vendo, lerdo! O que você vai falar agora? Vamos falar de peso?
Eu não desisto de me cuidar. Caminho sempre que posso, faço natação de vez em quando, armo uma academia de vez em nunca, controlo minha alimentação. Mas, esta chatice e desagradabilidade (parece o Tite falando..) já deu... Confesso que admiro ver a derrocada física destes falantes obsediados. Mas, não falo nada para eles porque meu coração é bom. Mas, que eu penso, eu penso.
Eu faço dieta desde que me conheço por gente física. Fiz esporte, natação, caminhei muito, detesto academia, mas até isso eu já fiz e posso voltar a fazer. Consumo produtos diet e light, não como frituras, doce só fim de semana, mas me permito comer pão de queijo, tomar uma cerveja, degustar um chocolate quente.
O corpo muda, o metabolismo fica mais lento, e é lógico que podem aparecer alguns excessos. Mas, aí vem os obsediados (e muitos são bem infelizes e compensam isso nos comentários maldosos com os outros..) de plantão falarem de peso, pneuzinho, barriguinha, bunda, ... Ora, vão se catar! Eu rio demais quando eu os encontro depois de muitos anos... Eu consigo manter e variar o peso entre 5 quilos, a mais e a menos. Mas, muitos destes que falaram do tamanho da minha bunda de negão, eu vejo com 315 quilos a mais com o tempo... Disfarço e penso: - tá vendo, lerdo! O que você vai falar agora? Vamos falar de peso?
Eu não desisto de me cuidar. Caminho sempre que posso, faço natação de vez em quando, armo uma academia de vez em nunca, controlo minha alimentação. Mas, esta chatice e desagradabilidade (parece o Tite falando..) já deu... Confesso que admiro ver a derrocada física destes falantes obsediados. Mas, não falo nada para eles porque meu coração é bom. Mas, que eu penso, eu penso.
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