16.8.12

A COLHEITA DO QUE QUEREMOS PLANTAR

Não dá pra saber se vai dar certo antes de ter tentado.
Não temos como aferir mais pra frente o que ainda está no começo.
Basta tentar, dar início e prosseguir à espera de algum resultado. Mas, é preciso tempo.
No entanto, qualquer empreendimento, seja ele profissional ou emocional, tem que ter um relógio de maturação.
Semear, plantar, esperar, colher e avaliar se é bom ou ruim.
O que acontece é que as pessoas querem atropelar o tempo certo. Ao invés de semear, querem colher o que nem foi plantado. E assim, acabam consumindo o que ainda está verde.
Outras vezes, as pessoas esperam apodrecer para poder colher. Depois amaldiçoam o fruto. Todavia, não leu o tempo correto da colheita.
Para semear é preciso ter a ideia na mente e saber o que quer.
Para esperar é preciso paciência para usar o tempo propício.
Para colher é necessário ler a hora e o momento exato do amadurecimento.
E para avaliar é preciso ter em mente o que plantou de fato.
Tudo isso deve ser regado com o coração.

VÁ ASSOMBRAR OUTRO CASTELO!

Como você pode saber o que é melhor para a vida de alguém se você não sabe nem o que é melhor para você? Se não fosse assim você não faria escolhas erradas, não é? E a gente faz escolhas erradas. Então, vamos parar de meter tanto o bedelho na vida dos outros e julgar ou prejulgar as atitudes das pessoas porque não sabemos e não conhecemos a Verdade Absoluta. Só Deus sabe.

Mas, é um tal de opinar e mandar ver crítica na ação das pessoas, é um tal de achar que sabe que aquilo seria melhor... É o fim da picada! As pessoas se metem demais na vida das outras e não conseguem resolver as próprias pendências.

Vai assombrar outro castelo!

14.8.12

EU NÃO FAÇO ANOS, OS ANOS É QUE ME FAZEM

Por que hei de ficar feliz na data do meu aniversário se o Ocidente é tão preconceituoso no tocante aos anos que se passam?
Por que hei de comemorar a vida se a vida existe sempre e eternamente e até mesmo depois da morte?
Por que hei de festejar se o simples fato de mencionar uma idade média assusta algumas pessoas?
Por que hei de bebemorar se não posso me unir, me aliar, amar alguém que seja tão novo ou tão velho diante dos padrões humanos?
E por que tenho que agradecer o desgaste das minhas peças se elas são como uma maldição, assim como foi a separação de Adão e Eva?
Se a cada ano que se passasse o Ocidente respeitasse e amasse as pessoas ainda mais por suas experiências e sabedorias adquiridas...
Se a cada tempo que surgisse um sopro de vida fosse renovado e que a escala etária servisse de celebração e não de chacota...
Se  o simples fato de amar alguém tão distante da idade cronológica e ilusória não chocasse à sociedade...
E se eu tivesse a LIBERDADE de amar alguém sem preconceitos ou deboches...Sem medos do tempo!
E se o meu corpo físico se renovasse a cada hora e que as vestes físicas fossem apenas despojadas na hora da morte como se tivéssemos apenas trocando de roupa.

Não, eu não celebro os meus anos porque o mundo não os celebra de fato.
E apenas farei isso, se um dia a humanidade der conta que a vida existe para sempre, que os anos não assustem mais ninguém, e que eu possa amar a quem eu amo livremente, sem julgamentos.
Se alguém quer me homenagear na data do meu aniversário apenas não me meça pelo ano que eu nasci e me deixe ser livre para viver o que me cabe, sem discriminações.
Eu não faço anos, os anos é que me fazem...

O VELHO E O MENINO

Há um menino mimado e traquina dentro da gente e que busca o colo da mãe a qualquer perigo. Assim como Peter Pan, ele cisma em não amadurecer e acaba nos sabotando por medo de uma vida mais razoável.

Há um velho precoce dentro da gente e que empaca toda vez que a gente quer viver mais. E ele encurva a coluna e diz que não pode. Rabugento, ele boicota os nossos anseios por uma vida feliz.

Mas, onde estamos agora nesse momento? Somos meninos? Somos velhos?

Não, somos adultos, maduros e imaturos, velhos e meninos. No entanto, nem o novo e nem o ancião deve ou pode nos dominar. Mas, eles podem e devem se manifestar vez em quando.

Assim, convido o velho a se afastar de mim, sem perder a minha sabedoria e experiência. E convido o menino a tomar um sorvete, esfriar a cabeça e crescer um pouco mais.

Tenho que tomar posse da minha maturidade e da minha meninice. Isso é ser um jovem maduro.


13.8.12

IMAGEM DA TARDE


PREJULGAR E CONDENAR HUMANO EST

A turba é ávida por apontar o dedo! Mas, este ímpeto todo não se faz quando a palavra é reconhecimento, gratidão. Faça 99 coisas lindas e uma, apenas uma duvidosa ou errante, e a corja de massacradores cairá por cima do seu cadáver.

Prejulgamento é julgar previamente e condenar com determinação.

Acabo de colocar um frase numa rede social e por desentendimento da mensagem houve uma pré-condenação. Foi um mal entendido, mas lá vieram os abutres e bradaram suas lanças por cima de mim.

Antes de condenar, procurem entender a mensagem e a ação.
 E jamais condenem!

10.8.12

39 - AMOR À VISTA - LAERT SARRUMOR - SÉRIE "AS 100 MELHORES MÚSICAS DO BRASIL"


Quando eu falo em elencar as 100 mais importantes canções de um país, eu não me refiro às mais belas e sim, as mais significativas. Desta maneira, eu não posso deixar de mencionar uma canção da maior banda cômica do Brasil de todos os tempos, a cult Língua de Trapo.

Tivemos aqui a banda Premê (Premeditando o Breque), o mineiro Kakinho Big Dog e os adolescentes Mamonas. Mas, nada se compara à inteligência do Língua, cuja liderança é do Laert Sarrumor. Meu parceiro e arranjador Sergio Gama é um dos co-fundadores e guitarrista da banda.

Amor à Vista, de 1985, do álbum "Como é Bom ser Punk" é uma delícia de Blues debochado! Letra inteligente, interpretação hilária e apropriada, solo de guitarra bacana. O Língua tem como hino a Conchetta, que todo mundo conhece. Mas, na minha opinião Amor à Vista sintetiza melhor o humor inteligente da banda.

Escutem e morram de rir:

http://letras.mus.br/lingua-de-trapo/137956/

http://www.youtube.com/watch?v=96yJClj6--Q


Meu amigo silêncio

Pensei em deixar esse texto em branco. Em dias que as pessoas preferem ver vídeos s curtos e não ler.  Mas, lembrei de Bhagavan, meu amigo q...