17.8.12

AS 150 COISAS DAS 150 MIL PLAQUETAS DA MARIANA

QUERIDOS LEITORES.
PARA QUER SE EMOCIONAR, BASTA ENTRAR NESTE BLOG DA AMIGA MARIANA NOGUEIRA.
ELA FAZ UM RELATO DAS 150 COISAS QUE QUER FAZER QUANDO TIVER 150 MIL PLAQUETAS.
LEIAM:
http://centoecinquentamil.blogspot.com.br/


40 - QUEM SABE? - CARLOS GOMES E BITTENCOURT SAMPAIO - SÉRIE "AS 100 MELHORES MÚSICAS DO BRASIL"


Quem não conhece esta canção composta em 1859 pelo maestro de Campinas, Carlos Gomes? É uma das maiores pérolas do cancioneiro popular.
A letra é do jornalista Bittencourt Sampaio.
A canção embalou centenas e centenas de saraus pelo Brasil.

A melodia é de uma suavidade impressionante. A letra é delicada. Tudo aqui é sonoro. Não poderia deixar de mencionar esta canção.

Aqui um link para audição e abaixo, a letra.
http://www.youtube.com/watch?v=aQbkMwHhElk&feature=related

http://letras.mus.br/carlos-gomes/742824/


Envelhece mesmo quem não espera mais nada


Não podemos calcar nossas vidas apenas nas Esperanças. Mas, jamais devemos deixar de tê-las.
Porque se as Esperanças não nos movem, pelo menos nos acalanta.
Se algo está ruim temos que Esperar que melhore. Esta "Esperança" deve ser cultuada com boas ações e pensamentos. Entretanto "matar" as Esperanças seria o mesmo que cometer suicídio.
Envelhece mesmo quem não espera mais nada.

16.8.12

A COLHEITA DO QUE QUEREMOS PLANTAR

Não dá pra saber se vai dar certo antes de ter tentado.
Não temos como aferir mais pra frente o que ainda está no começo.
Basta tentar, dar início e prosseguir à espera de algum resultado. Mas, é preciso tempo.
No entanto, qualquer empreendimento, seja ele profissional ou emocional, tem que ter um relógio de maturação.
Semear, plantar, esperar, colher e avaliar se é bom ou ruim.
O que acontece é que as pessoas querem atropelar o tempo certo. Ao invés de semear, querem colher o que nem foi plantado. E assim, acabam consumindo o que ainda está verde.
Outras vezes, as pessoas esperam apodrecer para poder colher. Depois amaldiçoam o fruto. Todavia, não leu o tempo correto da colheita.
Para semear é preciso ter a ideia na mente e saber o que quer.
Para esperar é preciso paciência para usar o tempo propício.
Para colher é necessário ler a hora e o momento exato do amadurecimento.
E para avaliar é preciso ter em mente o que plantou de fato.
Tudo isso deve ser regado com o coração.

VÁ ASSOMBRAR OUTRO CASTELO!

Como você pode saber o que é melhor para a vida de alguém se você não sabe nem o que é melhor para você? Se não fosse assim você não faria escolhas erradas, não é? E a gente faz escolhas erradas. Então, vamos parar de meter tanto o bedelho na vida dos outros e julgar ou prejulgar as atitudes das pessoas porque não sabemos e não conhecemos a Verdade Absoluta. Só Deus sabe.

Mas, é um tal de opinar e mandar ver crítica na ação das pessoas, é um tal de achar que sabe que aquilo seria melhor... É o fim da picada! As pessoas se metem demais na vida das outras e não conseguem resolver as próprias pendências.

Vai assombrar outro castelo!

14.8.12

EU NÃO FAÇO ANOS, OS ANOS É QUE ME FAZEM

Por que hei de ficar feliz na data do meu aniversário se o Ocidente é tão preconceituoso no tocante aos anos que se passam?
Por que hei de comemorar a vida se a vida existe sempre e eternamente e até mesmo depois da morte?
Por que hei de festejar se o simples fato de mencionar uma idade média assusta algumas pessoas?
Por que hei de bebemorar se não posso me unir, me aliar, amar alguém que seja tão novo ou tão velho diante dos padrões humanos?
E por que tenho que agradecer o desgaste das minhas peças se elas são como uma maldição, assim como foi a separação de Adão e Eva?
Se a cada ano que se passasse o Ocidente respeitasse e amasse as pessoas ainda mais por suas experiências e sabedorias adquiridas...
Se a cada tempo que surgisse um sopro de vida fosse renovado e que a escala etária servisse de celebração e não de chacota...
Se  o simples fato de amar alguém tão distante da idade cronológica e ilusória não chocasse à sociedade...
E se eu tivesse a LIBERDADE de amar alguém sem preconceitos ou deboches...Sem medos do tempo!
E se o meu corpo físico se renovasse a cada hora e que as vestes físicas fossem apenas despojadas na hora da morte como se tivéssemos apenas trocando de roupa.

Não, eu não celebro os meus anos porque o mundo não os celebra de fato.
E apenas farei isso, se um dia a humanidade der conta que a vida existe para sempre, que os anos não assustem mais ninguém, e que eu possa amar a quem eu amo livremente, sem julgamentos.
Se alguém quer me homenagear na data do meu aniversário apenas não me meça pelo ano que eu nasci e me deixe ser livre para viver o que me cabe, sem discriminações.
Eu não faço anos, os anos é que me fazem...

O VELHO E O MENINO

Há um menino mimado e traquina dentro da gente e que busca o colo da mãe a qualquer perigo. Assim como Peter Pan, ele cisma em não amadurecer e acaba nos sabotando por medo de uma vida mais razoável.

Há um velho precoce dentro da gente e que empaca toda vez que a gente quer viver mais. E ele encurva a coluna e diz que não pode. Rabugento, ele boicota os nossos anseios por uma vida feliz.

Mas, onde estamos agora nesse momento? Somos meninos? Somos velhos?

Não, somos adultos, maduros e imaturos, velhos e meninos. No entanto, nem o novo e nem o ancião deve ou pode nos dominar. Mas, eles podem e devem se manifestar vez em quando.

Assim, convido o velho a se afastar de mim, sem perder a minha sabedoria e experiência. E convido o menino a tomar um sorvete, esfriar a cabeça e crescer um pouco mais.

Tenho que tomar posse da minha maturidade e da minha meninice. Isso é ser um jovem maduro.


Meditação do cumpre anos

Fico aqui meditando no aniversário...  Temos dois modos de enxergar isso: mais um ano a menos ou um ano a mais que eu sobrevivi.  Muita gent...