11.3.13
A REALIDADE E AS ESPERANÇAS VAZIAS
Uma das pétalas do chakra cardíaco é a Esperança. O coração acha que a gente não deve ter esperanças vazias porque encobrem nossos olhos com os véus de maya, ilusão. Uma espera infrutífera, que nos sabota e nos emperra.
Mas, como saber se o que a gente espera é em vão? Pois é, não dá pra saber se não vivenciar o dia a dia e a esperança... Não é um contrassenso?
Infelizmente, este estágio da esperança vazia também faz parte do aprendizado. E isso nos causa medo e ansiedade. Mas, como toda pétala do chakra cardíaco tem um antídoto, qual o remédio para a esperança vazia?
O antidoto para o medo é a coragem. Para a luxúria é o equilíbrio. Para a esperança vazia é a realidade, olhar as coisas como elas são no momento. Viver cada dia, cada momento sem gerar expectativas falsas e se pautar na realidade.
Cair na real e não fantasiar.
8.3.13
7.3.13
O EGITO E O PESO DO SEU CORAÇÃO
ANÚBIS, o guardião do Plano Astral, aquele que porta a Cruz Ansata da imortalidade, carrega você (que está nessa imagem vestido de egípcio) para ser julgado conforme suas ações, na balança de MAAT. Mas, o que o chacal Anúbis deposita na libra de MAAT? O SEU CORAÇÃO.
SORBEK, o deus-jacaré, está prestes a levá-lo aos planos inferiores, já com a boca na botija. Enquanto isso, o sábio deus THOT, contabiliza suas atitudes e sentimentos para no final da medição, entregá-lo ao pântano umbralino de SORBEK ou às mãos de HÓRUS, o filho do Homem!
Mas, você conseguiu passar de fase... HÓRUS, o deus-falcão oferta sua alma a OSÍRIS, o Grande Pai, que está acompanhado de sua esposa ÍSIS e da irmã NEFTIS. E você conseguiu ascender aos Planos Superiores e louva à sua imortalidade.
Todavia, o que foi mesmo o fiel da balança para que você se livrasse do Inferno?
Suas ações, a liberdade da sua consciência e, principalmente, o peso do seu coração!
Pense nisso, sinta.
ESSAS PALAVRAS DE AMOR
Sim, você não vai à parte alguma. Você está ao meu lado. Porque eu acredito em você, agora e sempre!
Confio na sua força, no seu coração. Você pode ficar sem me ver, sem me enxergar, de fato, como eu sou e quem eu sou para você agora, mas você sempre vai surgir. De longe e eu te sinto tão perto. É como se as montanhas não nos encobrissem.
Uma estrada é muito pouco para nós. A distância é amiga do pensamento, te sinto perto. Nunca te ausentes de mim! Não escuto a tua voz lá fora, mas a ouço aqui dentro. É de amor que estamos falando! E o nosso beija a eternidade.
Não há tempo, não há diferença. As almas são iguais. E o meu coração bate no teu ritmo. Passam as horas e os dias, mas você não passa. E o que sentimos, fica.
Então, fica e volta.
6.3.13
SEM AMOR A VIDA É UMA DROGA
Chorão foi mais um homem que se foi chorando.
Estava triste com a separação. Em depressão.
Um homem com jeito de menino, boné e blusão.
Mas, a tristeza o acossou em uma das paredes da casa. Ele se entregou ao desamor.
Por isso canto, rogo, escrevo, choro e oro pelo amor, pela sobrevivência do amor.
Sem amor a vida é uma droga!
E a droga matou Chorão.
5.3.13
ELES BEIJAM 20 E JAMAIS SE BEIJAM...
Fico compassivo de alguns jovens e de "novos maduros" que saem beijando 20 numa noite e não beijam a si próprios. Buscam de boca em boca se encontrarem e vivem, assim, perdidos. Querem se acolher no sexo e não fazem amor com os seus próprios "eus". Passam de mão em mão, mas não se acariciam. Não encontram afago no coração.
Essa falta de si, este desvalor do que se é, oferta-se para um centena de pessoas como se fosse um produto barato, em atacado. Quem valoriza aquilo que se oferece tanto e com tão pouco? Eu prezo e almejo a mulher lua que se oculta e se mostra meia, mas que está inteira comigo e não fracionada com os outros.
Os divãs dos psicólogos estão forrados de jovens adultos e experientes recheados de uma multidão de beijos. O que eles buscam lá se eles têm tanta gente que os beija? Eles buscam o amor-próprio que fugiu pela boca dos 20... Eles buscam o amor, que escapou quando eles se leiloaram na multidão.
São pobres criaturas de amor.
Só o Amor enriquece.
E esta experiência amorosa não se encontra na boca dos 20.
Se encontra dentro de si e com a alma de quem ama.
4.3.13
POEMA DESCATIVEIRO
Descativeiro
Maurício Santini
Se eu te amo, eu não te prendo
Em minha cega e irreal cadeia
Em minha teia, que em fios remendo
E vai doendo, sangra a própria veia.
Se eu te amo, nunca te cativo
Sob meu jugo falso te alicia
A morrer por mim, assim quase não vivo
No crivo da dor que nunca me alivia
Se eu te prezo, não te tenho presa
Porque o amor brota em liberdade
Dita a verdade, cartas sobre a mesa
De mãos dadas, soltas na cidade
Se eu te quero, quero como as aves
As flores clamam pelo jardineiro
Portas fechadas sempre chamam chaves
E o amor se prende no descativeiro.
Eu te amo e assim vamos embora!
Meus próprios passos correm para os teus
Eu te amo e não vejo a hora
Que os teus ponteiros se juntem aos meus
Vamos libertos, nos amamos mais.
O barco parte e, ás vezes, demora
Mas, sempre volta a beijar nosso cais.
Assinar:
Postagens (Atom)
Ganesha para afastar os medos
"Eu tenho medo e medo está por fora, medo anda por dentro do meu coração", cantava Antônio Carlos Gomes Belchior. O.medo vem do p...
-
Acabei de ler a obra "Magos Negros" do médium mineiro Robson Pinheiro sob orientação do Pai João de Aruanda. Posso dizer que ago...
-
Trata-se de uma viagem lisérgica que mistura rock, pop e new age, bem ao estilo apocalíptico do paraibano Zé Ramalho. Quando comprei o dis...
-
Fãs da Paula Fernandes, para quem não conhece este é o poema que originou a canção. Depois, transformamos em letra com alguns ajustes. Espe...


