14.2.14
Nós não somos Estátuas de Sal
Nós
não somos Estátuas de Sal
A
Bíblia conta a história de Ló e de sua família que foram salvos por Deus da
destruição de uma cidade inteira. Todavia, o Senhor recomendou que ninguém
olhasse para trás sob a pena de ser morto.
Na
rota para a fuga, a esposa de Ló não suportou a curiosidade e o apego e,
disfarçadamente, colocou seus olhos para a cidade jazida. Imediatamente aquele
olhar transformou a esposa de Ló numa estátua de sal...
Como
na história, quando tudo desabar em sua vida e você achar um caminho para a
salvação, olhar para trás seria o mesmo que virar uma estátua de sal.
Caminha
para frente.
Deixa
os escombros do teu passado, não os revisite, mas aprenda com ele. Olhe para
dentro de si, ao invés de mirar as destruições que você mesmo ajudou a criar.
Desapegue-se
dos tijolos que voam, dos telhados que desabam, das paredes que ruem. Deixe que
o Criador faça Sua parte na reconstrução da tua vida.
Reconstrua-te
a cada instante.
Tudo
pode abalar, menos o teu coração.
Tudo
pode ruir, menos a tua alma.
Erija
a tua vida com as pedras preciosas do teu próprio amor.
Tua
vida recomeça em cada momento de destruições.
Segue
em frente, enfrente e seja uma fortaleza de amor e fé. Nunca uma estátua de
sal.
10.2.14
CORAÇÃO DE MENINA - POEMA ORIGINAL
Coração de Menina
Livre,
correr pela praia.
Hoje,
estrela do mar.
Depois
de ouriços e seixos,
caminhos
perdidos...
Voar
com meus sonhos no ar.
Lembranças
de estrada e pó.
O
medo já passou, ninguém está só.
E
um mar de incertezas acorda a canção.
E
de repente,
fiquei
no silêncio, sem voz
Parei
no meu corpo, senti o oceano de nós.
Ser
coração de menina.
Ser
emoção de mulher.
Ver
e viver bailarina.
Crescer
porque o tempo quer.
7.2.14
RECADO: HUMILDADE VEM DE HUMUS...
Humildade não se ganha e nem se perde. Vem da alma. Pode ter fracasso ou sucesso, a humildade não sai da alma. Mesmo as estrelas podem ser humildes porque elas sabem que o Universo está cheio delas...
O Bêbado e a Paixão Desequilibrista
O Bêbado e a Paixão
Desequilibrista
Por Maurício
Santini
Assemelha-se
a um porre. Quanto mais se bebe, mas se pensa que é feliz. Mais inebriado fica
o ébrio, a tontura passional consome suas horas. E o pior é que se acha tudo
lindo e perfeito!
A
paixão é tal bebedeira, confere uma total sensação de prazer e bem estar, porém
a insegurança é fato. Cai-se acolá, levanta-se ali. Soluça-se de felicidade e
lá se vai mais um copo... O bêbado acha que ama a bebida e cai novamente...
Frases
amorosas são ditas: - você é o meu melhor amigo!; – você é o amor da minha
vida!; -eu não vivo sem você!
A
bebida faz isso, a gente fala as verdades mais mentirosas. A paixão dá no
mesmo. Entoamos tanto o nosso pseudoafeto, tantas promessas, tantas luas,
tantas declamações...
Assim
como o bêbado, o apaixonado perde o foco em si para voltar seus olhos apenas
para o objeto da sua bebedeira. E depois, desaba a chorar porque se projeta
para fora e cai de novo. É um desequilibrista.
Com
o passar do tempo e dos efeitos alcoólicos, o bêbado e o apaixonado começam a
voltar a si próprios, a tonteira termina e a ressaca começa. Dores de cabeça
insuportáveis, estômago emocional revirando e a sensação de estar vazio... Quarto
escuro, dor e abandono.
Quando
desperta, ele percebe as quedas, os tropeços, as feridas e jura não querer
beber mais novamente, até o próximo copo.
Fará
tudo de novo até aprender a beber com moderação no AMOR.
6.2.14
Soneto de um Mar de Nós
Soneto de um Mar
de Nós
Maurício Santini
Deixa
que os ventos sem afeto soprem em outra direção.
E
que o fogo frio em cinzas se dissolva e se consuma.
E
que a neve covarde se derreta em meu coração.
Antes
que a tarde rosa desapareça e suma.
E
que a manhã nascida “morra” toda a bruma.
E
teça acima das nuvens uma esfera de emoção.
E
que os meus olhos vestidos de chuva, assuma.
As
lágrimas caídas em dor e compaixão.
O
que a estrela desponta e aponta à exaustão.
É
essa combustão que me assola e me exuma.
Amor
que me chama em silêncio, chama em profusão.
Vou
vivê-lo em cada são momento e não será em vão!
Que
o vão que eu busco e que se verte em espuma.
Vem
de um mar de mim em ti que abraça nossa solidão.
DE VOLTA AO MEU ACONCHEGO
Depois de um longo e tenebroso desinverno e em pleno deserto, voltei para o Blog. Ele sempre me foi querido e amado, e agora será mais... Será um instrumento para divulgar um pouco das artes que prezo e me tenho preso e que me soltam: música e literatura (poesia e livro).
Peço que em ajudem a divulgar estas manifestações minhas porque certamente gritos e silêncios ditos, não ditos ou malditos pela minha alma.
As ideias não precisam ser compartilhadas, muitos manifestos serão particulares, mas, o que eu proponho é a ancoragem definitiva do amor e a descoberta do inconsciente como consciência.
Meu desafio é aprender e ensinar amor por intermédio da arte e da espiritualidade. Sou aprendiz.
Gosto quando você passa os olhos por estas linhas e simplesmente sorri ou chora...
Obrigado
Peço que em ajudem a divulgar estas manifestações minhas porque certamente gritos e silêncios ditos, não ditos ou malditos pela minha alma.
As ideias não precisam ser compartilhadas, muitos manifestos serão particulares, mas, o que eu proponho é a ancoragem definitiva do amor e a descoberta do inconsciente como consciência.
Meu desafio é aprender e ensinar amor por intermédio da arte e da espiritualidade. Sou aprendiz.
Gosto quando você passa os olhos por estas linhas e simplesmente sorri ou chora...
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