Não tome a tua verdade como se fosse a verdade absoluta. As verdades relativas são meias verdades e não representam verdades absolutas.
O Brasil atravessa atualmente uma das suas piores crises, todavia as piores crises são as íntimas e emocionais.
Já se deu conta que a crise econômica e política de um país pode ser um reflexo da tua crise interna de valores, de caráter, de alma?
O fora reflete o que está dentro. A crosta demonstra o núcleo. E o exterior é uma parca visão do interior.
O que está em jogo no Brasil não é o posicionamento político e sim, o bom senso, a atitude pacífica e democrática, o respeito. Não se aquilata reverência vociferando contra os outros. Gritos e pancadarias nunca foram sinônimos de vitória. As maiores revoluções se deram com atitudes e exemplos de paz.
Seja contrário ou a favor, defenda democraticamente a tua opinião sem impor nada. Afinal, como disse o músico baiano, todos são uma metamorfose ambulante e podem mudar o discurso no meio do caminho.
Jamais aponte o dedo ao teu irmão! Quando você aponta o indicador, outros três dedos estão voltados a você.
A manifestação é livre, o ódio é detento do mal.
Se você acha que tem razão, aja com a razão e não com a loucura!
O que importa são os valores humanos edificados pelo Alto.
Se você é ateu, pense no amor a ti mesmo e ao próximo, isso basta. Saiba que amanhã teu filho pode estar no lado contrário do teu pensamento.
Se você é religioso, então respeite a fé dos outros. Não é tão somente o teu templo que está aberto à Verdade. Deus está presente no Universo e não só na tua igreja.
Não estamos numa arena como antanho. Nem as avenidas e ruas tampouco são coliseus.
Não vá na festa dos outros para atear fogo na mesa. Respeite as opiniões contrárias à tua. Manifeste-se livremente, deixe os outros livres e procure a tua tribo. Respeite a aldeia do vizinho.
Não queira forçar uma situação, deixe que o curso do rio tome movimento.
As sombras se revelam com a luz e não com mais sombras.
Portanto, ora, medita e jorra mais amor ao mundo para que as mudanças aconteçam naturalmente.
Todavia, toda e qualquer mudança começa por ti,
A melhor manifestação é a reforma do teu íntimo.
10.3.16
12.2.16
CRISE SE ENFRENTA COM O MELHOR DE SI , E NÃO O PIOR. O BRASIL PRECISA DE ATITUDE!
O Brasil está acostumado ao comportamento do futebol. Tudo no País é torcida. E tudo segue dividido... Até quando esta arquibancada?
Desde que me conheço por gente, o Brasil está em crise. Desde os tempos obscuros da ditadura militar, onde os civis foram arrancados do poder, à era Sarney, onde a inflação quase alcançou 3 dígitos.
Passamos pelo sequestro financeiro do Fernando Collor e, finalmente, conseguimos navegar com águas mais brandas. FHC adotou o Plano Real e Lula, na minha avaliação, elevou o País a patamares de novo rico. Na gestão de Luiz Inácio, o mundo atravessava um crise hedionda, e o Brasil, uma marolinha, como dizia o próprio presidente. Hoje, o Brasil atravessa mais uma das suas grandes crises. Na época do Itamar Franco, do Sarney e do FHC, a esquerda vociferava contra a política econômica do País. A esquerda, da qual eu faço parte como ideologia, pregava um rompimento da política neo-liberal e das privatizações. Com razão, nunca houve tantas vendas de entidades públicas como no governo federal do PSDB. No entanto, o Brasil caminhou para ascensão culminada no governo Lula. Ninguém pode negar, basta comparar os números da economia.
Atualmente, a reeleição democrática de Dilma Rousseff sofre ameaças (cármicas) de violência eleitoral. Mais uma vez querem arrancar um presidente eleito pelo povo. Da outra vez, o João Goulart teve que fugir de avião, escoltado pelo Leonel Brizola. Hoje, a salvação tem diversos nomes arrepiantes: Aécio Neves (neto do Tancredo, que sempre sonhou com o poder, mas nunca pode, de fato, concretizá-lo), Jair Bolsonaro (a mais fiel tradução do pensamento nacional dos anos 70), Michel Temer (do velho e oportunista hospedeiro PMDB), Eduardo Cunha (impublicável).
O governo de Dilma não me agrada. Troca frequentemente de ministérios, conta com uma política econômica salva-vidas e atrelada aos bancos, discursos vazios, muito pulso para algumas coisas e falta de reação em outras. Todavia, o velho comportamento nacional de tratar todos os assuntos como se fosse o futebol vem à tona novamente! O povo oposicionista ao governo de Dilma prefere maldizer a escuridão do que acender uma luz. Se antes, o mesmo povo surfava por sobre as marolinhas do Lula viajando pela Europa e pelos Estados Unidos e gastando os tubos, hoje, o tsunami de Dilma é encarado sem qualquer reação. Aliás, minto, a reação é xingar ontensiva e desrespeitosamente. Reclamar por todos os cantos, bater panelas, levantar bandeiras, vociferar nas redes sociais, mas absolutamente nada fazer para a situação melhorar. Fica todo mundo de braços cruzados, gritando...
O Universo sempre caminhou na Ordem e no Caos. Quando enfrentamos uma crise, de nada adianta gritar, xingar, humilhar, tripudiar, violentar. A única maneira de encarar é trabalhar mais ainda e tomar medidas como cortar gastos excessivos e desnecessários, procurar outras maneiras lícitas de ampliar a renda, fazer parcerias. O Brasil não precisa de panelas vazias como percussão da classe média descontente. O Brasil precisa de ânimo, trabalho, de ATITUDE! Faça a sua parte! Se está descontente com o Governo, governe sua vida, produza e espere as próximas eleições. A corrupção não nasceu no Governo Dilma, ela é arraigada na veia dos brasileiros. Quem não se lembra do "velho jeitinho brasileiro"? Isso é corrupção. Somos todos corruptos e corruptores! Eduque-se e pratique a honestidade. Enfrente a crise com o MELHOR de si e não o pior. O Brasil precisa de brasileiros e não de espíritos de porco.
Desde que me conheço por gente, o Brasil está em crise. Desde os tempos obscuros da ditadura militar, onde os civis foram arrancados do poder, à era Sarney, onde a inflação quase alcançou 3 dígitos.
Passamos pelo sequestro financeiro do Fernando Collor e, finalmente, conseguimos navegar com águas mais brandas. FHC adotou o Plano Real e Lula, na minha avaliação, elevou o País a patamares de novo rico. Na gestão de Luiz Inácio, o mundo atravessava um crise hedionda, e o Brasil, uma marolinha, como dizia o próprio presidente. Hoje, o Brasil atravessa mais uma das suas grandes crises. Na época do Itamar Franco, do Sarney e do FHC, a esquerda vociferava contra a política econômica do País. A esquerda, da qual eu faço parte como ideologia, pregava um rompimento da política neo-liberal e das privatizações. Com razão, nunca houve tantas vendas de entidades públicas como no governo federal do PSDB. No entanto, o Brasil caminhou para ascensão culminada no governo Lula. Ninguém pode negar, basta comparar os números da economia.
Atualmente, a reeleição democrática de Dilma Rousseff sofre ameaças (cármicas) de violência eleitoral. Mais uma vez querem arrancar um presidente eleito pelo povo. Da outra vez, o João Goulart teve que fugir de avião, escoltado pelo Leonel Brizola. Hoje, a salvação tem diversos nomes arrepiantes: Aécio Neves (neto do Tancredo, que sempre sonhou com o poder, mas nunca pode, de fato, concretizá-lo), Jair Bolsonaro (a mais fiel tradução do pensamento nacional dos anos 70), Michel Temer (do velho e oportunista hospedeiro PMDB), Eduardo Cunha (impublicável).
O governo de Dilma não me agrada. Troca frequentemente de ministérios, conta com uma política econômica salva-vidas e atrelada aos bancos, discursos vazios, muito pulso para algumas coisas e falta de reação em outras. Todavia, o velho comportamento nacional de tratar todos os assuntos como se fosse o futebol vem à tona novamente! O povo oposicionista ao governo de Dilma prefere maldizer a escuridão do que acender uma luz. Se antes, o mesmo povo surfava por sobre as marolinhas do Lula viajando pela Europa e pelos Estados Unidos e gastando os tubos, hoje, o tsunami de Dilma é encarado sem qualquer reação. Aliás, minto, a reação é xingar ontensiva e desrespeitosamente. Reclamar por todos os cantos, bater panelas, levantar bandeiras, vociferar nas redes sociais, mas absolutamente nada fazer para a situação melhorar. Fica todo mundo de braços cruzados, gritando...
O Universo sempre caminhou na Ordem e no Caos. Quando enfrentamos uma crise, de nada adianta gritar, xingar, humilhar, tripudiar, violentar. A única maneira de encarar é trabalhar mais ainda e tomar medidas como cortar gastos excessivos e desnecessários, procurar outras maneiras lícitas de ampliar a renda, fazer parcerias. O Brasil não precisa de panelas vazias como percussão da classe média descontente. O Brasil precisa de ânimo, trabalho, de ATITUDE! Faça a sua parte! Se está descontente com o Governo, governe sua vida, produza e espere as próximas eleições. A corrupção não nasceu no Governo Dilma, ela é arraigada na veia dos brasileiros. Quem não se lembra do "velho jeitinho brasileiro"? Isso é corrupção. Somos todos corruptos e corruptores! Eduque-se e pratique a honestidade. Enfrente a crise com o MELHOR de si e não o pior. O Brasil precisa de brasileiros e não de espíritos de porco.
8.12.15
1.12.15
ESQUERDA ATEIA E DIREITA RELIGIOSA FORMAM A CONTRADIÇÃO ESPIRITUAL
Qual é a razão de se entortar tanto a esquerda no Brasil e no mundo? Por que demonizá-la?
As ideologias e os posicionamentos políticos foram originados nas assembleias francesas do século XVIII. Muitos estudiosos delegam a origem destas posições políticas à Revolução Industrial na Inglaterra, mas eu acho que isso tem mais a ver com o caráter francês.
No século XVIII, após a Revolução Francesa que decapitou parte da nobreza pomposa e ostentadora da França, foi realizada a Assembleia Nacional Constituinte para formar uma nova Constituição. As camadas mais abastecidas e mais ricas daquele país não apreciavam a participação popular para a confecção das leis e, desse modo, posicionavam-se mais à direita, sem se misturarem à plebe.
Desta forma, à direita, sentavam-se os mais abastados e preconceituosos, enquanto que à esquerda, postavam-se as pessoas mais simples, que reivindicavam os direitos da classe trabalhadora, o povo.
Qual o lado você escolheria? Do trabalhador ou da nobreza?
Se a esquerda é a mais preocupada com o social, e a direita luta mais pelo direito individual, você luta por quem? Apenas por sua classe ou pelo bem do povo?
E Jesus? Andou no meio dos plebeus nazarenos ou com a realeza da Judeia?
Os maiores vultos da humanidade, como Gandhi, por exemplo, preocuparam-se mais com o social ou com a elite? E o Príncipe Gautama, Buda, compadeceu-se das dores dos miseráveis ou com a vida dos palacianos?
Não se trata de apologia esquerdista, mesmo porque há uma série de exageros e "esquerdopatias" desequilibradas, inclusive com boas doses de falta de fé e otimismo.
Mas, se o AMOR ao próximo (e não tão somente a si mesmo), e a caridade na assistência espiritual possuem um cunho meramente social, isso não está muito mais próximo ao Cristianismo real?
Meus amigos, a esquerda, muitas vezes, é ateia, e a direita, religiosa. Não seria uma contradição?
Talvez, se a gente pudesse mudar o nome disso tudo... Uma espécie de caminho do meio budista, que se aliasse ao afeto e amor ao próximo cristãos, além do bem estar de um Todo, isso sim seria a melhor plataforma política.
30.11.15
VIDA DE AMPARADOR
O amparador jamais abandona seu amparado.
No entanto, há momentos na vida de um "anjo" que ele sequer é sentido, quanto mais escutado.
Aconselhar não é obrigar, proteger não é isolar.
Muitas vezes os nosso ouvidos estão fechados ao conselho sábio e o amparador não consegue transpor a barreira da nossa ignorância.
Então, ele lamenta, mas respeita.
Muitas vezes o aprendizado é justamente deixar com que a gente se esborrache na parede.
E depois que você se prejudica ainda pergunta: - por que você me abandonou?
E ele não responde, porque sequer foi ouvido.
Mas, continua lá, incondicionalmente ao teu lado.
Esperando que você abra teus braços, teu coração e teus ouvidos a ele.
2.9.15
UM OCEANO DE LÁGRIMAS
Uma dor lancinante percorre minhas veias espirituais, amortece meus músculos da alma, entorpece meus sentidos.
Eu só penso na compaixão de Deus e no doce olhar desta criança que, um dia, percorreu seus olhos esperançosos em busca de uma infância de alegrias. Sua terra era só pó e medo. E esta era a última tentativa de cruzar o mar para viver apenas.
Chorei decomposto ao ver essa imagem.
Eu estava lá, caído, mergulhado no chão tal qual esta criança.
E um silêncio gritante sufocou minha frase de agonia.
Vi seu pequeno sapato molhado, uma meia encharcada de lágrimas.
As perninhas soltas pela infâmia...
Estou acabado, não como este menino que, certamente vive em outras terras mais altivas.
Estou desencarnado neste momento que escrevo a minha dor.
A barca da minha tristeza afundou.
Hoje, eu acalentei bem forte a minha pequena filha.
Abracei o meu amor infantil, coloquei suas roupinhas mais secas.
Calcei as meias naqueles pezinhos que ainda não andam.
Quero vê-la crescer, por Deus!
Meu Pai, conceda-me a chance de presenciar seus andares e tropeços.
Quero enxugar suas lágrimas quando um brinquedo se quebrar.
Quero sorrir de suas aventuras pela minha sala.
Quero poder embalar suas bonecas e suas fantasias.
Quero empostar minhas mãos em sua testa e buscar transmitir para mim a sua febre.
Meu Deus, jamais deixe que ela se perca dos nossos braços e abraços!
E hoje, mais do que nunca, eu sou este menino que beija a terra, inerte, sem vida, em busca de outras terras mais felizes.
Mas, ele vive.
Deus, carrega o corpo deste menino com as Tuas pegadas na areia.
Resgata esta alma, certamente, e deixa que as ondas da esperança cubram seu rosto.
E deixe-me chorar para formar ainda mais este oceano de tristezas.
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