Eu demorei a entender, mas agora, com o auxílio do meu amigo e irmão Marcelo Figueiredo, compreendi. Uma relação histérica é aquela que se estende por algum ou muito tempo e não está calcada no amor. A histeria acomete muito mais as mulheres que os homens, mas há homens histéricos. Não é o meu caso, estou mais para outro comportamento a ser revisto.
O caso é que se relacionar com uma mulher histérica - e aqui histeria nada tem a ver com barraco, baixaria, quebra gereba, e sim, com comportamento manipulador -, é muito desgastante e sofrível. Pode levar anos, dezenas de anos, centenas de anos e até encarnações!
A garota com comportamento histérico busca a conquista, e não o amor. No íntimo ela se acha inferior, pequena, feia, sem atrativos, sua autoestima é lastimável. Ela se acha um lixo. E, para compensar, ela busca nos parceiros e nos supostos afetos, que eles caiam de queixo e morram de amor e desejo por ela. Ela pensa no seu interior, talvez até no seu inconsciente: - tá vendo? este cara bacana morre de amor por mim! vejam como eu sou apaixonante, como eu posso ter o que quiser! Eu posso!
Não importa o sentimento do outro, o amor não é importante nesse caso. O que é relevante é que ela consegue seduzir.
Mas, há uma curiosidade nisso. Se ela se acha o "pó", se ela se vê como um ser ridículo e o cara mesmo assim gosta dela, ela pensa: - Como este cara gosta de mim? Eu sou um lixo! Então, este homem deve ser muito pior do que eu! Não serve para mim.
Este é o mecanismo. Ela atrai, seduz (e usa técnicas de sedução como o vitimismo, inclusive...), consegue seu feito, alcança seu objetivo, aumenta sua estima e joga fora o objeto da conquista. Faz isso com quase todos... Só não faz isso para quem não dá a mínima para ela ou apenas a usa. Porque ela reflete: - não é possível! Este cara não olha para mim. Ele só quer sexo! Eu não consigo conquistá-lo! Ele deve ser especial.
E na esmagadora maioria das vezes, o sujeito que ela acha que deve ser especial trata-se de uma canalha, mau caráter, um pulha. Mas, como ele a desprezou, então deve ser o máximo...
Passa o tempo, ela namora, desmancha porque o namorado já está conquistado e morre de amor por ela, busca outros parceiros e quando não encontra quem morra mais de amor ou acha um daqueles cafajestes pelo caminho, daí fica mal, volta a se incomodar, a perder a estima e vai buscar os velhos namorados que costumam cair de amor por ela. Volta ao porto seguro, ao homem que supostamente a ama e que aumenta a sua estima. E repete exatamente o mesmo padrão sempre: procura, busca, atrai, seduz e joga fora...
É um círculo infernal!
Se você se identificou com isso, de um lado ou do outro, melhor rever todo o caminho. Porque tudo isso gera sofrimento, dor, perda de tempo, de sáude, de amor próprio. Você será infeliz.
Se você tem este comportamento histérico sugiro que procure auxílio em terapias, em psicanálise, em yoga, vá se cuidar. Se promove isso para você e para os outros, a infelicidade é o mote da sua vida. Busque ajuda terapêutica, se possível até com medicamentos, busque mecanismos que possam atenuar isso, espiritualidade, oração, vigilância com relação a estas práticas. Você pode melhorar muito!
E se você sofre com isso, também está na hora de você procurar ajuda porque você também ajuda a repetir este padrão. Você o alimenta por baixa autoestima. Você também deve procurar amparo terapêutico e espiritual.
Afinal, este círculo infindável somente existe porque os dois nutriram. E deve ser quebrado.
29.7.11
28.7.11
De mudança, sempre.
Eu fico querendo entender os outros, mas não é este o procedimento correto para a minha vida. Não dá pra compreender atitutes e comportamentos externos porque cada ser é um universo à parte. Vejo universos extremamente turbulentos, em descontrução, em desencanto. Outros, num momento mais sereno, com estrelas e mansidões, mas com nebulosas. Alguns, com meteoritos furiosos e planetas chupões. O universo de cada um é um verso único.
Eu busco me entender, qual o por quê de algumas atrações turbulentas? Por que almejo a pedra que será atirada em minha vidraça? Quando eu era adolescente eu dirigia e caia frequentemente nos buracos da rua porque não tinha os cuidados necessários para contornar. Atração. O carro vivia furando os pneus, quebrando as molas. Mas, agora o meu veículo está rodado e cansado de furar o escapamento. Ele não quer ser mais amortecedor.
Se o teu universo te perturba, se você constantemente sofre, se deprime, volta a repetir padrões que te levaram às dores e ao sofrimento, se gosta de ferir os outros como forma de se ferir, então está na hora de olhar para dentro de si, quantas vezes for necessário e buscar entender o que se passa.
Converse com pessoas maduras e de bom senso e coração, faça terapia para se entender um pouco mais, busque auxílio médico, faça exercícios físicos se puder, aprenda a meditar, ore muito mais, converse com Deus. Reaja! Mude! Faça como eu, se incomode com seus incômodos e vá atrás de resolver suas pendências, aquilo que te entrava, o que te faz provocar mal estares.
Shiva é o eterno deus Mu Dança!
Ele é o aspeto divino da transformação. Busque a Shiva e altere a sua vida para melhor.
Eu já faço isso, desde sempre!
Eu busco me entender, qual o por quê de algumas atrações turbulentas? Por que almejo a pedra que será atirada em minha vidraça? Quando eu era adolescente eu dirigia e caia frequentemente nos buracos da rua porque não tinha os cuidados necessários para contornar. Atração. O carro vivia furando os pneus, quebrando as molas. Mas, agora o meu veículo está rodado e cansado de furar o escapamento. Ele não quer ser mais amortecedor.
Se o teu universo te perturba, se você constantemente sofre, se deprime, volta a repetir padrões que te levaram às dores e ao sofrimento, se gosta de ferir os outros como forma de se ferir, então está na hora de olhar para dentro de si, quantas vezes for necessário e buscar entender o que se passa.
Converse com pessoas maduras e de bom senso e coração, faça terapia para se entender um pouco mais, busque auxílio médico, faça exercícios físicos se puder, aprenda a meditar, ore muito mais, converse com Deus. Reaja! Mude! Faça como eu, se incomode com seus incômodos e vá atrás de resolver suas pendências, aquilo que te entrava, o que te faz provocar mal estares.
Shiva é o eterno deus Mu Dança!
Ele é o aspeto divino da transformação. Busque a Shiva e altere a sua vida para melhor.
Eu já faço isso, desde sempre!
27.7.11
ARIEL, ARCANJO LEÃO ENSINA SOBRE O AMOR
Ariel é nome de um dos quatro arcanjos maiores. Gabriel (nome do meu filho), Miguel, Rafael e Ariel ou Uriel.
Mas, Ariel também é o nome do leão que acaba de desencarnar em São Paulo, depois de algum tempo de luta. Mais do que anjo, Ariel foi um leão abençoado. Para aqueles que não sabem enxergar além das aparências, Ariel era apenas um leão.
Todavia, para os mais sensíveis e os que têm olhos espirituais mais apurados, Ariel nos ensinou lições importantes.Ariel nos trouxe uma pérola de como devemos domar nossos instintos mais ferozes para crescermos na escala da evolução universal. Como temos que engolir nossas feras que arranham o nosso próprio destino e que nos causa mal estar, violência interior, desamor.
Ariel era um arcanjo leão. E é melhor do que eu, que sou apenas um homem leão.
Ariel era manso de coração. E lutou até o fim (e não é o fim) com carinho, devoção e amor aos seus companheiros humanos.
Eu confesso, confesso baixinho que, enquanto eu trabalhava nas pautas e nas matérias, uma lágrima escapou dos meus olhos quando li sobre a morte de Ariel.
Deve voltar brevemente.
Cresceu por amor, como assim deve ser com a gente.
CRÉDITO OU DÉBITO?
Essa é uma pergunta que a gente deve fazer sempre aos nossos relacionamentos: Crédito ou Débito?
Se a conta bancária daquela relação mantiver um saldo positivo, azul, que te promova benefícios, mantenha.
Se a conta só te dá prejuízo, vive no vermelho e debita sua paciência, bem estar, paz e amor próprio, cancele a conta e o cartão.
Se a conta bancária daquela relação mantiver um saldo positivo, azul, que te promova benefícios, mantenha.
Se a conta só te dá prejuízo, vive no vermelho e debita sua paciência, bem estar, paz e amor próprio, cancele a conta e o cartão.
Dormindo com o Inimigo
Muita gente vai ao centro espírita ou à umbanda para afastar os maus espíritos, as más influências energéticas. Mas, posso afimar de pé junto que os encarnados, as obsessões daqui, que moram, convivem, frequentam o nosso círculo, são os mais nefastos assédios. Além disso, a pior obsessão é a que a gente faz com a gente mesmo. E olha que estou acostumado com isso. Mas, os meus próprios monstros interiores são os piores. E os que frequentam a minha casa como "amigos"...
No entanto, desta vez eu vou falar da real e mais frequente mania de dormirmos com o inimigo.
E eu coloco, neste mesmo quarto, não só os amantes e sim, amigos, parentes e relações do passado que atormentam o presente.
Quantas vezes lançamos mão deste projeto de dormir com os nossos assediadores? Tenho certeza que você passou ou passa por isso. E que também já foi o próprio obsessor.
Quando o assédio vem de fora, do mundo espiritual, o que temos que fazer? Orar, vigiar, meditar, tomar banhos, etc. Mas, o principal é "sair da sintonia" deste objeto. Não dar campo. Porque se você der, você será um verdadeiro poço de assédio. Você está deixando que isso aconteça!
Mas, e com os vivos desta dimensão? Namoradas (os), amigos, parentes, ex-relacionamentos? É bem mais difícil, não? Como sair dessa sintonias? Sim, devemos orar e vigiar, mas praticar diarimente o exercicio do Desligamento. Se for parente próximo e morar com você, deve criar estratégias para conviver melhor e sair da sintonia que te perturba. Se for amigo, melhor se afastar durante um tempo ou mesmo definitivamente. Se for namorado, reveja o relacionamento, será que vale a pena sofrer tanto? Porque depois pode ser mais difícil cortar a relação e o apego... A gente sempre acha que a pessoa vai mudar, e nada muda, ninguém muda... O que ocorre é que algumas pessoas atenuam seus defeitos com as pancadas do tempo e dos temporais. Pensa: se uma pessoa demora dezenas, centenas de vidas para mudar 1 cm, imagina mudar 50 cm na mesma vida?
Se for ex-relacionamento, é bem mais fácil, por mais difícil que possa parecer. Resolva o sim ou o não. Saiba o que te liga a esta pessoa. Se for amor, recue já e vá resolver este amor com esta pessoa senão você sofrerá por muito tempo... Se for egoísmo, vaidade, orgulho, ego ferido, ciúmes, insegurança, saia já dessa sintonia. Desliga! Solta! Liberta! E o assédio vai embora. Pode demorar um pouco para se desligar, mas desligue-se diariamente desta pessoa. Você não precisa de um porto seguro. Você é um porto seguro.
Ore mais e converse com Deus.
No entanto, desta vez eu vou falar da real e mais frequente mania de dormirmos com o inimigo.
E eu coloco, neste mesmo quarto, não só os amantes e sim, amigos, parentes e relações do passado que atormentam o presente.
Quantas vezes lançamos mão deste projeto de dormir com os nossos assediadores? Tenho certeza que você passou ou passa por isso. E que também já foi o próprio obsessor.
Quando o assédio vem de fora, do mundo espiritual, o que temos que fazer? Orar, vigiar, meditar, tomar banhos, etc. Mas, o principal é "sair da sintonia" deste objeto. Não dar campo. Porque se você der, você será um verdadeiro poço de assédio. Você está deixando que isso aconteça!
Mas, e com os vivos desta dimensão? Namoradas (os), amigos, parentes, ex-relacionamentos? É bem mais difícil, não? Como sair dessa sintonias? Sim, devemos orar e vigiar, mas praticar diarimente o exercicio do Desligamento. Se for parente próximo e morar com você, deve criar estratégias para conviver melhor e sair da sintonia que te perturba. Se for amigo, melhor se afastar durante um tempo ou mesmo definitivamente. Se for namorado, reveja o relacionamento, será que vale a pena sofrer tanto? Porque depois pode ser mais difícil cortar a relação e o apego... A gente sempre acha que a pessoa vai mudar, e nada muda, ninguém muda... O que ocorre é que algumas pessoas atenuam seus defeitos com as pancadas do tempo e dos temporais. Pensa: se uma pessoa demora dezenas, centenas de vidas para mudar 1 cm, imagina mudar 50 cm na mesma vida?
Se for ex-relacionamento, é bem mais fácil, por mais difícil que possa parecer. Resolva o sim ou o não. Saiba o que te liga a esta pessoa. Se for amor, recue já e vá resolver este amor com esta pessoa senão você sofrerá por muito tempo... Se for egoísmo, vaidade, orgulho, ego ferido, ciúmes, insegurança, saia já dessa sintonia. Desliga! Solta! Liberta! E o assédio vai embora. Pode demorar um pouco para se desligar, mas desligue-se diariamente desta pessoa. Você não precisa de um porto seguro. Você é um porto seguro.
Ore mais e converse com Deus.
26.7.11
O CORTE FINAL
A escravidão sempre deixa marcas mesmo depois de estarmos livres das correntes. Fica a marca no pulso que nos faz lembrar...
Existem amores escravos que mesmo depois dos temporais continuam a doer. Mas, qual será a razão? São amores obsediados, que se retroalimentam um do outro. Não conseguem desfazer seus nós. Quando o fio começa a ficar mais tênue, quase apagado, lá vem um dos elementos desta relação a tocar fogo, surgir do nada, jogar a isca. E a corrente que prende um ser ao outro volta a se fortalecer. É um círculo vicioso e sofrível que nunca é quebrado porque os dois se alimentam e permanecem nesta obsessão. Ou por amor, ou por vaidade, ou por vingança, ou por medo, ou por ego ou ou ou...
Todavia, só há uma maneira de se libertar disso: os as duas partes assumem definitivamente o amor e partem para edificá-lo ou uma ou as duas partes assumem o desamor, o desalento, e tomam uma postura final: o de não suportar mais a dor e quebrar de vez o elo que os prende.
Acabo de quebrar esta corrente. Estou assumidamente triste, mas liberto! Eu consigo sentir amor, lutar bravamente por quem amo, relevar, perdoar, até esperar o momento das pessoas, mas quando não há mais tempo, saúde e dignidade, eu prefiro pulverizar de uma vez o que me prende para nunca mais. Eu me escolho. Sempre foi assim e sempre será. O pior de tudo é que na grande maioria das vezes, o outro lado que não ama de fato, acaba de arrependendo tarde demais e quando quer recuar já não há mais como fazê-lo. Eu já ouvi declarações de amor 20 anos depois da ruptura...
O que eu quero dizer é que chega uma hora que esta dor e este sofrimento não tem mais cabimento dentro do nosso coração. E que o alimento de quem nos escraviza por vaidade, medo ou egoísmo, deve ser direcionado a outra pessoa que vibra com a mesma intensidade.
Temos um vazio. Este vazio pode ser simbolizado por um círculo. As vezes, queremos preenher este vazio com um triângulo ou um quadrado. O que acontece? A gente se fere com as pontas porque o triangulo não vai encaixar, o quadrado também não. Temos que buscar compatibilidades.
Agora eu enxerguei isso. E eu tinha esperanças que aquele quadrado que me feria com as pontas se transformasse em um círculo com o tempo. Mas, não. Ela tem os olhos frígidos e as atitudes frias. Não tem a sensibilidade que uma verdadeira dama deve ter. Mulher mesmo, não garotinha, sabe? Pula de relação em relação em busca do nada afetivo. Não sabe ler o poema da vida, não brilha sua espiritualidade, apenas sobrevive. Certamente, por medo, por vaidade, por ego, me escravizou com a minha permissão. Agora estamos livres, assinei essa carta de alforria e joguei-a no seu quintal. Ela não precisa do meu amor, ela precisa aprender a amar. E a respeitar o outro.
Mas, agora o poço está vazio e só há folhas secas.
Tudo bem, ela vai mudar de foco, de poço, de corpo, de obsessão. E sofrer, e fingir que está bem. Endurecer e encontrar outra vítima, sendo que a principal vítima é ela mesmo. Sem amor, ela perecerá.
E eu vou ficar em paz, com meu amor, e ser feliz porque estou livre.
Existem amores escravos que mesmo depois dos temporais continuam a doer. Mas, qual será a razão? São amores obsediados, que se retroalimentam um do outro. Não conseguem desfazer seus nós. Quando o fio começa a ficar mais tênue, quase apagado, lá vem um dos elementos desta relação a tocar fogo, surgir do nada, jogar a isca. E a corrente que prende um ser ao outro volta a se fortalecer. É um círculo vicioso e sofrível que nunca é quebrado porque os dois se alimentam e permanecem nesta obsessão. Ou por amor, ou por vaidade, ou por vingança, ou por medo, ou por ego ou ou ou...
Todavia, só há uma maneira de se libertar disso: os as duas partes assumem definitivamente o amor e partem para edificá-lo ou uma ou as duas partes assumem o desamor, o desalento, e tomam uma postura final: o de não suportar mais a dor e quebrar de vez o elo que os prende.
Acabo de quebrar esta corrente. Estou assumidamente triste, mas liberto! Eu consigo sentir amor, lutar bravamente por quem amo, relevar, perdoar, até esperar o momento das pessoas, mas quando não há mais tempo, saúde e dignidade, eu prefiro pulverizar de uma vez o que me prende para nunca mais. Eu me escolho. Sempre foi assim e sempre será. O pior de tudo é que na grande maioria das vezes, o outro lado que não ama de fato, acaba de arrependendo tarde demais e quando quer recuar já não há mais como fazê-lo. Eu já ouvi declarações de amor 20 anos depois da ruptura...
O que eu quero dizer é que chega uma hora que esta dor e este sofrimento não tem mais cabimento dentro do nosso coração. E que o alimento de quem nos escraviza por vaidade, medo ou egoísmo, deve ser direcionado a outra pessoa que vibra com a mesma intensidade.
Temos um vazio. Este vazio pode ser simbolizado por um círculo. As vezes, queremos preenher este vazio com um triângulo ou um quadrado. O que acontece? A gente se fere com as pontas porque o triangulo não vai encaixar, o quadrado também não. Temos que buscar compatibilidades.
Agora eu enxerguei isso. E eu tinha esperanças que aquele quadrado que me feria com as pontas se transformasse em um círculo com o tempo. Mas, não. Ela tem os olhos frígidos e as atitudes frias. Não tem a sensibilidade que uma verdadeira dama deve ter. Mulher mesmo, não garotinha, sabe? Pula de relação em relação em busca do nada afetivo. Não sabe ler o poema da vida, não brilha sua espiritualidade, apenas sobrevive. Certamente, por medo, por vaidade, por ego, me escravizou com a minha permissão. Agora estamos livres, assinei essa carta de alforria e joguei-a no seu quintal. Ela não precisa do meu amor, ela precisa aprender a amar. E a respeitar o outro.
Mas, agora o poço está vazio e só há folhas secas.
Tudo bem, ela vai mudar de foco, de poço, de corpo, de obsessão. E sofrer, e fingir que está bem. Endurecer e encontrar outra vítima, sendo que a principal vítima é ela mesmo. Sem amor, ela perecerá.
E eu vou ficar em paz, com meu amor, e ser feliz porque estou livre.
25.7.11
A FALTA DE AMOR É UMA DROGA
A cada dia morremos um pouco mais por falta de amor.
Não é só a droga, a bebida, o cigarro que matam.
A principal causa da morte da humanidade é a falta de amor.
Você pode cantar canções para centenas de milhares de ouvidos.
Pode escrever poemas, encenar vidas.
Pode ser astro ou estrela de uma porção de Universos, mas o Amor não é algo que se alcança com o sucesso. Amor é algo que a gente sente no nosso dia a dia, com as pessoas que estão próximas e distantes.
A pior droga que existe é a falta de amor.
O combustível do coração mata milhares de pessoas por dia.
E é uma morte lenta, gradual.
Antes do desencarne final, a falta de amor nos leva à solidão, aos remédios de estômago, aos anti-depressivos, aos narcóticos, ao álcool.
E mesmo que uma multidão aposte em nossa morte, ninguém ao nosso lado se incomoda de fato.
Prefere apontar seus erros ao invés de acariciar suas mãos, a beijar seus pés, ao afagar seu peito.
Ninguém te diz que te ama, a não ser seu pai e sua mãe. Alguns.
E assim, a gente vai morrendo aos poucos por falta de vontade de viver.
Até um dia morremos definitivamente por falta de amor.
Não é só a droga, a bebida, o cigarro que matam.
A principal causa da morte da humanidade é a falta de amor.
Você pode cantar canções para centenas de milhares de ouvidos.
Pode escrever poemas, encenar vidas.
Pode ser astro ou estrela de uma porção de Universos, mas o Amor não é algo que se alcança com o sucesso. Amor é algo que a gente sente no nosso dia a dia, com as pessoas que estão próximas e distantes.
A pior droga que existe é a falta de amor.
O combustível do coração mata milhares de pessoas por dia.
E é uma morte lenta, gradual.
Antes do desencarne final, a falta de amor nos leva à solidão, aos remédios de estômago, aos anti-depressivos, aos narcóticos, ao álcool.
E mesmo que uma multidão aposte em nossa morte, ninguém ao nosso lado se incomoda de fato.
Prefere apontar seus erros ao invés de acariciar suas mãos, a beijar seus pés, ao afagar seu peito.
Ninguém te diz que te ama, a não ser seu pai e sua mãe. Alguns.
E assim, a gente vai morrendo aos poucos por falta de vontade de viver.
Até um dia morremos definitivamente por falta de amor.
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