O medo é inerente à raça humana. Deve ser algo ancestral, sei lá. Ocorre que, vez em quando, acordo com um medo que não sei de onde vem. Pode ser de um astral que visitei durante as saídas do corpo. Pode ser de alguma insegurança. Como diz o Molinero, o medo é um dos sete demônios do homem. Mas, as vezes ele nos salva de perigos.
Orai e vigiai!
Não há porque temer! Então vamos jogar fora os medos infundados porque devem ser crostas na nossa aura. Vamos firmar na segurança, na confiança e na coragem. Todavia, devemos aprender a escutar os nossos medos... As vezes eles surgem como boicote. Outras, o medo não é nosso e sim de alguém que se aproxima.
Quero ter medo de ter medo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Parábola da Serpente, a diferença entre ser bom e ser bobo
Há uma parábola hindu, atribuída muitas vezes a Ramakrishna, sobre uma serpente que sempre estava no meio do caminho... E ela mo...
-
Acabei de ler a obra "Magos Negros" do médium mineiro Robson Pinheiro sob orientação do Pai João de Aruanda. Posso dizer que ago...
-
Trata-se de uma viagem lisérgica que mistura rock, pop e new age, bem ao estilo apocalíptico do paraibano Zé Ramalho. Quando comprei o dis...
-
Fãs da Paula Fernandes, para quem não conhece este é o poema que originou a canção. Depois, transformamos em letra com alguns ajustes. Espe...
Nenhum comentário:
Postar um comentário