Estamos numa série ou numa novela ou mesmo em um filme. Representamos a fracção do ser que somos em um eu momentâneo.
O teatro em si é do Universo. O diretor é o nosso Eu Superior, o Espírito Santo. Mas, nem sempre escutamos suas recomendações.
Estamos nesse papel agora, dramas, comédias, suspenses, terror, ficção. Nem sempre somos protagonistas, mas somos protagonistas de nós mesmos.
Quem escreve? E como a gente lida com as improvisações?
O fim do espetáculo chegará uma hora. Mas, o ator, a atriz, o diretor, estes são eternos e vão escrever outras peças.
Alguém lerá esse roteiro?
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