22.7.26

Contagem Progressiva ao Invisível - sobre os nossos personagens em infinitos espetáculos

A passagem do amigo Sinhô (apelido carinhosamente dado ao João Signorelli) me trouxe uma reflexão. 

Estamos numa série ou numa novela ou mesmo em um filme. Representamos a fracção do ser que somos em um eu momentâneo. 

O teatro em si é do Universo. O diretor é o nosso Eu Superior, o Espírito Santo. Mas, nem sempre escutamos suas recomendações. 

Estamos nesse papel agora, dramas, comédias, suspenses, terror, ficção. Nem sempre somos protagonistas, mas somos protagonistas de nós mesmos. 

Quem escreve? E como a gente lida com as improvisações? 

O fim do espetáculo chegará uma hora. Mas, o ator, a atriz, o diretor, estes são eternos e vão escrever outras peças. 

Alguém lerá esse roteiro? 

O fim do espetáculo não é o fim. 

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