Qual será a importância para a humanidade o relato da cantora Sandy para a revista-vitrine de gente pelada? Trata-se de uma propaganda enganosa da fadinha pudica que quer mostrar seu lado devassa?
Qual a razão da menina mocinha querer mostrar seu lado pervertido? Há alguma perversão, de fato, em ser absolutamente normal? Ou sodomia, sexo oral ou qualquer coisa que valha ou não valha é anormal?
Não entendo tanto alarde por uma questão tão comum. Afinal de contas, a Sandy só transava com um buraco no lençol e às escuras? Só transa para a procriação? É ridículo pensar isso.
Ocorre que esta matéria da referida revista foi plantada para vender muitos mais exemplares. Descortinar a vida sexual da fada-cantora servirá para apimentar a imagem da Sandy, que por sinal, não faz sucesso já algum tempo. Além do mais, a revista venderá muito mais com as revelações do que as fotos já saturadas.
Quanta bobagem!
Num país de BBBs, Fazendas, grupelhos de pagode de língua presa que rima amor com flor, duplas de galos garnizés cantarolando o breganejo, o Apocalipse de Sandy é mais uma tentativa chinfrim de vender porcaria à massa sem encéfalo.
E vão conseguir.
4.8.11
3.8.11
De perto, ninguém é normal
Você é louca? Provavelmente não. No entanto, todo mundo tem algum distúrbio mental ou desequilíbrio emocional que vem à tona em determinada situação. Eu já tive ataques que qualquer enfermeiro que passasse no local me internaria com camisa de força. Todavia, eu já tive muitas manifestações de expansão de consciência que poucos têm o privilégio de ter.
Mas, o que mais reparo é que as pessoas mais desequilibradas e problemáticas são as que mais fogem das terapias ou as que mais rejeitam por acharem que não têm nada. É incrível. Se você perguntar para um louco se ele é louco certamente ele pode bater em você, se for violento.
O que eu quero dizer é que todo mundo deveria fazer terapia, psicoterapia, psicanálise, para se conhecer melhor. Por que fazemos isso ou aquilo que nos carrega à infelicidade constante? E a gente sempre acha que já melhorou, que não vai fazer mais... e a gente sempre acaba fazendo. A gente anda em círculos.
Lázaro Freire, amigo e psicanalista me mostrou este material que ilustra bem as fases de alguém que procura a psicoterapia. Ele se chama Autobrigrafia em Cinco Capítulos de Sogyal Rinpoche.
Quando você está com um problema você está no Passo 1 e procura ajuda. Siga até o passo 5. Esse é o mecanismo da psicoterapia
1. Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Eu caio...
Estou perdido... Sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.
3. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Vejo que ele ali está.
Ainda assim caio... É um hábito.
Meus olhos se abrem.
Sei onde estou.
É minha culpa.
Saio imediatamente.
4. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Dou a volta.
5. Ando por outra rua.
Mas, o que mais reparo é que as pessoas mais desequilibradas e problemáticas são as que mais fogem das terapias ou as que mais rejeitam por acharem que não têm nada. É incrível. Se você perguntar para um louco se ele é louco certamente ele pode bater em você, se for violento.
O que eu quero dizer é que todo mundo deveria fazer terapia, psicoterapia, psicanálise, para se conhecer melhor. Por que fazemos isso ou aquilo que nos carrega à infelicidade constante? E a gente sempre acha que já melhorou, que não vai fazer mais... e a gente sempre acaba fazendo. A gente anda em círculos.
Lázaro Freire, amigo e psicanalista me mostrou este material que ilustra bem as fases de alguém que procura a psicoterapia. Ele se chama Autobrigrafia em Cinco Capítulos de Sogyal Rinpoche.
Quando você está com um problema você está no Passo 1 e procura ajuda. Siga até o passo 5. Esse é o mecanismo da psicoterapia
1. Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Eu caio...
Estou perdido... Sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.
3. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Vejo que ele ali está.
Ainda assim caio... É um hábito.
Meus olhos se abrem.
Sei onde estou.
É minha culpa.
Saio imediatamente.
4. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Dou a volta.
5. Ando por outra rua.
CENTENÁRIO DE MACHU PICCHU PARA O MUNDO
* CENTENÁRIO DE MACHU PICCHU PARA O MUNDO :
28/agosto/2011 - domingo - Memorial da América Latina - São Paulo
das 10 às 19h - Ingressos : 2 kg alimento http://www.pax.org.br/ Tels : 11- 2236-0244; 2236-2726.
Organização : Carmen Balhestero - pax@pax.org.br
*** PROGRAMA do EVENTO : cada apresentação terá cerca de 15 min, seguindo os moldes das Conferências TED no mundo
10h - ABERTURA - Apresentação e palavras das autoridades presentes .
* Mensagem Mestre Saint Germain - A Paz e a Unidade - Carmen Balhestero
* Irmandade Sete Raios, Civilização Inka e Família Arco Iris - K ´uichy - Edwin Florez Zevallos ( Peru )
* Antropologia de Machu Picchu - Ana Teresa Lecaros - consul adjunta do Peru em São Paulo
* Xamanismo Crístico : Trilogia Inka : A Serpente, o Puma e o Condor - Clêudio Bueno
* Palavras de Ouro - Arlete Montenegro e Yara Grey
* Co-Criando novas Realidades com os Crânios de Cristal a PAZ Planetária em sintonia com o Império Inka
nas Bençãos de Patchacutec - Heloísa Lassálvia e Jordão Torres
* A Kaballah e os 72 nomes Sagrados de Deus - Transformação através do Portal Aramu Muru ( Lago Titikaka - Peru ) - Jane Ribeiro
* APRESENTAÇÃO DE MÚSICA PERUANA - Peru Inka´s
* Barbara Wolf ( USA - ativista da ONU ) - Paz e Cura para a Humanidade e para o Planeta à partir de Machu Picchu 100 anos - 144 linhas de Luz ao redor da Mãe Terra, Disco Solar e conexão Lago Titikaka e Machu Picchu ( tradução consecutiva Carmen Balhestero )
* Margaret Fikioris ( USA - ativista da ONU ) - Esforços para Criar a PAZ ao redor do Mundo - exemplos de governos que deram certo ( tradução consecutiva Carmen Balhestero )
* Música Instrumental Inka - Lino´s Inka
* Mensagem em vídeo 15 minutos : Bençãos através do Poder da Água para Machu Picchu 100 anos - Dr Masaru Emoto ( Japão )
* Astrologia de Machu Picchu em 24/julho/1911 e 24/julho/2011 - Albano de Macedo
* A Grande Civilização Inka e 2012 - Alex Alprim
* Pachacutec e o Grande Império Inka - Marilú Martinelli
*Apresentação de Música Peruana - Kausachum
* Ritual aos Antepassados - Curando as ligações com Civilizações Antigas - Helyana Lara
* Apresentação de Música Ancestral - Margareth Áquila
*18h - Consagração do Mastro da PAZ - Barbara Wolf e Margaret Fikioris ( USA) - Ritual INKA pela PAZ - Edwin Florez Zevallos.
* Encerramento - Orações pela PAZ Planetária em sintonia com a Chama Verde Esmeralda de Cura de Machu Picchu : Carmen Balhestero, Clêudio Bueno, Heloísa Lassálvia, Jane Ribeiro, Helyana Lara, Jordão Torres ..
2.8.11
VOCÊ SABE O QUE É UM TRASTE?
Traste tem uma porção de signficados. O mais comum é aquela divisão feita de madeira e metal para distinguir notas musicais no violão. Todavia, traste também significa, segundo os dicionários, uma coisa, objeto ou móvel sem valor algum - o que deu origem ao xingamento ao nos referirmos às pessoas sem caráter.
O fato é que um traste é um entrave na vida de todas as pessoas. Porque é justamente aquele móvel estúpido e todo carcomido pela poeira e pelos maus tratos é que, muitas vezes, impede de dar fluidez na nossa casa. Aquele traste pode impedir a entrada do ar, do sol. Pode ocupar espaço em nossa vida com coisas inúteis. No entanto, por costume e, as vezes, por preguiça, deixamos o traste lá mesmo. A gente não quer trabalho e problema.
Mas, chega a hora que o traste tem que ser removido da sua sala. A única maneira disso acontecer é se a gente tiver ATITUDE. O velho ditado espanhol dita "Cria cuervos que sacaron ojos" - isto é, Cria corvos que eles arrancaram seus olhos!
Esse coraçãozinho molenga e molezinho tem que dar espaço para a postura firme. Porque se a gente deixa os trastes tomarem conta da nossa casa, o tempo todo, a nossa vida será uma poeira, um entulho, uma velharia e não teremos lugar para as coisas novas entrarem.
O fato é que um traste é um entrave na vida de todas as pessoas. Porque é justamente aquele móvel estúpido e todo carcomido pela poeira e pelos maus tratos é que, muitas vezes, impede de dar fluidez na nossa casa. Aquele traste pode impedir a entrada do ar, do sol. Pode ocupar espaço em nossa vida com coisas inúteis. No entanto, por costume e, as vezes, por preguiça, deixamos o traste lá mesmo. A gente não quer trabalho e problema.
Mas, chega a hora que o traste tem que ser removido da sua sala. A única maneira disso acontecer é se a gente tiver ATITUDE. O velho ditado espanhol dita "Cria cuervos que sacaron ojos" - isto é, Cria corvos que eles arrancaram seus olhos!
Esse coraçãozinho molenga e molezinho tem que dar espaço para a postura firme. Porque se a gente deixa os trastes tomarem conta da nossa casa, o tempo todo, a nossa vida será uma poeira, um entulho, uma velharia e não teremos lugar para as coisas novas entrarem.
A PRESSA É AMIGA DA IGNORÂNCIA
Fica assim: se ninguém quiser saber que não houve julgamento de Jesus e nem lavagem das mãos de Pilatos, tudo bem... E que não havia nenhum personagem bíblico chamado Barrabás (Bar Abba, filho de Deus), e que Judas Iscariotes nunca foi traidor e sim, o mais culto e mais próximo discípulo de Jesus, então nem precisa ler meu livro... E se também nem quiser saber quem era de fato Maria Madalena...
Meu livro não está no topo das paradas de sucesso. Claro, não se chama Eu, Pilates. Não tem participação da Bruna Surfistinha, não fala de sacanagem. Não persiste na carochinha do mito do amor romântico. Não é um manual de como vender mais com os olhos, de como ganhar dinheiro mais fácil usando os números e o corpo. Minha obra não é de autoajuda, não é um guia prático para deixar sua barriga um tanquinho.
Meu livro é mais em cima. Por isso, ele não está em todas as livrarias, em todas as bancas, nas revistas. Não está nas TVs religiosas, nas rádios pragmáticas e carolas. Meu livro não promete Jesus e o Paraíso. Não tira demônios do corpo, não pede dízimos. Meu livro não faz milagres.
Esta geração mais nova, mais cyberinternética e veloz, tem pressa de tudo e preguiça do mundo. Não querem ler e sim, passar os olhos. Tudo é breve e ignorante.
Preocupação: daqui a 100 anos, ninguém vai saber quem descobriu o Brasil...
Meu livro não está no topo das paradas de sucesso. Claro, não se chama Eu, Pilates. Não tem participação da Bruna Surfistinha, não fala de sacanagem. Não persiste na carochinha do mito do amor romântico. Não é um manual de como vender mais com os olhos, de como ganhar dinheiro mais fácil usando os números e o corpo. Minha obra não é de autoajuda, não é um guia prático para deixar sua barriga um tanquinho.
Meu livro é mais em cima. Por isso, ele não está em todas as livrarias, em todas as bancas, nas revistas. Não está nas TVs religiosas, nas rádios pragmáticas e carolas. Meu livro não promete Jesus e o Paraíso. Não tira demônios do corpo, não pede dízimos. Meu livro não faz milagres.
Esta geração mais nova, mais cyberinternética e veloz, tem pressa de tudo e preguiça do mundo. Não querem ler e sim, passar os olhos. Tudo é breve e ignorante.
Preocupação: daqui a 100 anos, ninguém vai saber quem descobriu o Brasil...
1.8.11
CONEXÃO CARRETOS MADRI - VELHO TEXTO SOBRE RODEIO
(ESCREVI ESTE TEXTO EM 2004 E NÃO CUSTA NADA REEDITÁ-LO ÀS VESPÉRAS DA FESTA DO PEÃO DE BARRETOS).
Parece uma reedição das velhas carnificinas do Coliseu de Roma. Gladiadores, armados até os dentes, com o mote de matar um leão por dia. É inacreditável que a raça humana ainda se divirta com a desgraça dos outros e não tenha evoluído o suficiente para deixar de se animar às custas da dor e do sofrimento alheios, na angústia dos seres vivos que compõem a imensa flora e a fauna do mundo.
Que graça tem em espetar uma série de lanças num animal e vê-lo sangrar até tombar? Que graça tem em amarrar cordas nos escrotos de um animal e vê-lo pular de aflição? Quem é o mais irracional? Quem está em cima ou está embaixo do animal? Ou será a platéia que assiste faminta aos espetáculos de horror?
Parece uma reedição das velhas carnificinas do Coliseu de Roma. Gladiadores, armados até os dentes, com o mote de matar um leão por dia. É inacreditável que a raça humana ainda se divirta com a desgraça dos outros e não tenha evoluído o suficiente para deixar de se animar às custas da dor e do sofrimento alheios, na angústia dos seres vivos que compõem a imensa flora e a fauna do mundo.
Que graça tem em espetar uma série de lanças num animal e vê-lo sangrar até tombar? Que graça tem em amarrar cordas nos escrotos de um animal e vê-lo pular de aflição? Quem é o mais irracional? Quem está em cima ou está embaixo do animal? Ou será a platéia que assiste faminta aos espetáculos de horror?
Estas festas sangrentas costumam movimentar centenas de milhares de dólares, euros e reais. Recebem uma média de público (medíocre) que poderia lotar nove Maracanãs. Isso sem contar a trilha sonora “pseudo-texana”, clonada do pior norte-americano, misturada ao estilo mais brega e incompetente, notas musicais sofríveis, que refugam como cavalos aos nossos ouvidos. Muita cachaça, cerveja e cheiro de churrasco no ar. Hoje tem festa de peão e os peões somos nós, peões de um tabuleiro infame e sem propósito.
Não bastasse a Farra do Boi, em Santa Catarina, onde centenas de palhaços se divertem por conta de um picadeiro "fake", montado para assistir à desgraça alheia. Não bastasse a velha "carrocinha", que captura cães e gatos e os leva ao campo de extermínio e às câmaras de supressão de ar da política nazista dos centros de zoonose, não bastassem os cavalos e os burros, que em pleno terceiro milênio, ainda são maltratados pelas ruas com chicotadas e pontapés, não bastassem as gaiolas e os aquários, a cercear o movimento dos pequenos animais, condenados à prisão perpétua para servir à estúpida animação do humano mais boçal.
Estamos na Idade Média da consciência humana! Estamos no calabouço das emoções desregradas, na Inquisição dos valores essenciais dos homens, na jaula do embotamento. Quando essa tortura natural vai terminar? Quando o sorriso de escárnio se tornará a palavra mais doce? Quando as viseiras nos olhos serão substituídas por faróis que iluminarão a Terra? Quando o homem nascerá, de fato, e viverá, de fato, no curso óbvio e inteligente da Natureza? Essa questão a Natureza pode responder com seus tufões e ciclones, maremotos e terremotos, nos fenômenos que retalham a ação insana de muitos.
Quando o homem deixará de ser um animal na ignorância, para ser um animal na pureza de um olhar, que brilha insistentemente pela razão de viver sob a égide de Deus?
Não bastasse a Farra do Boi, em Santa Catarina, onde centenas de palhaços se divertem por conta de um picadeiro "fake", montado para assistir à desgraça alheia. Não bastasse a velha "carrocinha", que captura cães e gatos e os leva ao campo de extermínio e às câmaras de supressão de ar da política nazista dos centros de zoonose, não bastassem os cavalos e os burros, que em pleno terceiro milênio, ainda são maltratados pelas ruas com chicotadas e pontapés, não bastassem as gaiolas e os aquários, a cercear o movimento dos pequenos animais, condenados à prisão perpétua para servir à estúpida animação do humano mais boçal.
Estamos na Idade Média da consciência humana! Estamos no calabouço das emoções desregradas, na Inquisição dos valores essenciais dos homens, na jaula do embotamento. Quando essa tortura natural vai terminar? Quando o sorriso de escárnio se tornará a palavra mais doce? Quando as viseiras nos olhos serão substituídas por faróis que iluminarão a Terra? Quando o homem nascerá, de fato, e viverá, de fato, no curso óbvio e inteligente da Natureza? Essa questão a Natureza pode responder com seus tufões e ciclones, maremotos e terremotos, nos fenômenos que retalham a ação insana de muitos.
Quando o homem deixará de ser um animal na ignorância, para ser um animal na pureza de um olhar, que brilha insistentemente pela razão de viver sob a égide de Deus?
Parábola da Serpente para os Bobos de Coração
Ramakrishna foi um dos homens mais iluminados que passaram por este planeta.
Sua relação com Sarada Devi, sua esposa, é um exemplo de amor incondicional.
Aos que não conhecem muito a história deste casal luz, não custa nada pesquisar e banhar sua alma com os seus ensinamentos. Todavia, uma parábola de Ramakrishna me chama a atenção: a da serpente no meio do caminho. Vou tentar reproduzi-la de um jeito mais simples:
Estava lá, a serpente, próxima a uma estrada de terra onde passavam as pessoas de um lado ao outro.
A cobra não deixava ninguém chegar perto e atacava a todos que se aventuravam a mexer com ela. Mostrava as presas, balançava o guiso e atacava a qualquer indício de comunicação.
Então, os transeuntes indignados foram a Deus reclamar da serpente. Como era possível um animal tão agressivo?
Deste modo, o Criador resolveu intervir e chamou o bicho para uma conversa. E ponderou que era preciso que ela fosse mais amável, mais solícita, mais amigável com as pessoas. Que tomasse cuidado, todavia, que fosse mais sociável. O animal comcordou com Deus e voltou ao caminho.
Com o tempo, as pessoas começaram a notar a diferença da serpente. Estava mais tranquila, mais simpática e acolhedora. Os dias foram se passando, e algumas pessoas malíciosas, percebendo o coração pacífico da cobra, começaram a provocá-la. Jogavam pedras, faziam armadilhas. A serpente sempre lembrava da conversa que teve com Deus e não reagia a nenhuma provocação. As coisas foram piorando. Malvados, a pisoteavam, outros chegavam a dar nó na coitada. Depois de muitos machucados, combalida e sofredora, a serpente resolveu a ter outra conversa com o seu Criador. Relatou tudo que estava acontecendo. Quantas humilhações!
E DEus em sua infinta bondade e sabedoria respondeu:
- Serpente amada! Eu apenas pedi para que você se controlasse, fosse mais amável, mais solícita. No entanto, eu também pedi que tivesse cuidado! Eu havia pedido que tu, serpente, fosses mais sociável. Mas, jamais solicitei que tu não te defendesses, que tu não te preservasses.
A moral e o espírito da história: Seja bom, jamais seja bobo.
Tantas vezes fazemos o papel da serpente tola. Deixamos, por coração, que os outros nos machuquem.
Nossa bondade começa com a nossa dignidade, preservação e equilíbrio.
Repita: Serei bom com os outros sempre, mas serei comigo também. Amarei aos outros, como a mim mesmo. E me preservarei e me defenderei das pedras, armadilhas e chutes do destino.
DEus não deseja que ninguém nos machuque.
Sua relação com Sarada Devi, sua esposa, é um exemplo de amor incondicional.
Aos que não conhecem muito a história deste casal luz, não custa nada pesquisar e banhar sua alma com os seus ensinamentos. Todavia, uma parábola de Ramakrishna me chama a atenção: a da serpente no meio do caminho. Vou tentar reproduzi-la de um jeito mais simples:
Estava lá, a serpente, próxima a uma estrada de terra onde passavam as pessoas de um lado ao outro.
A cobra não deixava ninguém chegar perto e atacava a todos que se aventuravam a mexer com ela. Mostrava as presas, balançava o guiso e atacava a qualquer indício de comunicação.
Então, os transeuntes indignados foram a Deus reclamar da serpente. Como era possível um animal tão agressivo?
Deste modo, o Criador resolveu intervir e chamou o bicho para uma conversa. E ponderou que era preciso que ela fosse mais amável, mais solícita, mais amigável com as pessoas. Que tomasse cuidado, todavia, que fosse mais sociável. O animal comcordou com Deus e voltou ao caminho.
Com o tempo, as pessoas começaram a notar a diferença da serpente. Estava mais tranquila, mais simpática e acolhedora. Os dias foram se passando, e algumas pessoas malíciosas, percebendo o coração pacífico da cobra, começaram a provocá-la. Jogavam pedras, faziam armadilhas. A serpente sempre lembrava da conversa que teve com Deus e não reagia a nenhuma provocação. As coisas foram piorando. Malvados, a pisoteavam, outros chegavam a dar nó na coitada. Depois de muitos machucados, combalida e sofredora, a serpente resolveu a ter outra conversa com o seu Criador. Relatou tudo que estava acontecendo. Quantas humilhações!
E DEus em sua infinta bondade e sabedoria respondeu:
- Serpente amada! Eu apenas pedi para que você se controlasse, fosse mais amável, mais solícita. No entanto, eu também pedi que tivesse cuidado! Eu havia pedido que tu, serpente, fosses mais sociável. Mas, jamais solicitei que tu não te defendesses, que tu não te preservasses.
A moral e o espírito da história: Seja bom, jamais seja bobo.
Tantas vezes fazemos o papel da serpente tola. Deixamos, por coração, que os outros nos machuquem.
Nossa bondade começa com a nossa dignidade, preservação e equilíbrio.
Repita: Serei bom com os outros sempre, mas serei comigo também. Amarei aos outros, como a mim mesmo. E me preservarei e me defenderei das pedras, armadilhas e chutes do destino.
DEus não deseja que ninguém nos machuque.
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