29.3.18
JUDAS ISCARIOTES SOMOS NÓS! O MEDO DA FALTA DA FIANÇA DE DEUS
21.3.18
EGO-ARTISTA: O SUCESSO É TRANSITÓRIO!
20.3.18
JESUS E RAMAKRISHNA REPELIAM A CONTAMINAÇÃO DA RIQUEZA MATERIAL
Dois grandes vultos da humanidade espiritualizada, Jesus de Nazaré e Ramakrishna, tratavam a riqueza material e acumulativa como uma porta para o precipício espiritual.
A parábola do Rabi da Galileia, "é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus" referia-se à elite que se instala como uma bactéria posseira e destrutiva à alma.
Ramakrishna dizia o mesmo. O guru hindu comentava que o poder do dinheiro era capaz de corromper qualquer ideal ligado à divindade que habita em nós.
Na minha avaliação, a energia das cifras, assim como toda e qualquer energia, é neutra, não é boa, nem má. Somos nós que a canalizamos para as sombras ou para a luz. A moeda pode comprar um livro que verta sabedoria, pode patrocinar uma viagem que nos traz benefícios, pode ajudar a quem necessita. Mas, também pode adquirir prejuízos irreversíveis à nossa missão na Terra, pode subsidiar vícios, pode nos trazer infernos e prejudicar a quem odiamos e até a quem amamos.
Para mim, assim como a pobreza, a riqueza é um instrumento cármico, uma provação até mais substancial do que a miséria. Na riqueza podemos alavancar encarnações como a de José de Arimateia, por exemplo. Todavia, infelizmente é uma agulha no palheiro.
Certa vez, um rico foi ter com Jesus pedindo para que o Mestre o deixasse seguir. Não foi à toa que o Rabi pediu a este abastado que vendesse tudo e oferecesse aos pobres como condição para segui-lo. O rico virou as costas e foi embora... No entanto, no grupo que acompanhava Jesus, havia pessoas de posse e que ajudavam na manutenção do séquito.
O dinheiro não é o problema, o grande entrave é a sua contaminação.
Se você é rico, não se desespere com estes ensinamentos. Utilize esta energia com sabedoria, espalhe a luz e assim entrará no reinos dos céus.
16.3.18
MARIA MADALENA, A LOUCA DO RABI ESTÁ NOS CINEMAS
O que eu pude ver no cinema hoje foi a essência de Maria Madalena. TODAS as pessoas deveriam fazer um esforço de visitá-la nas salas de projeção, não só por ela, mas pelos outros personagens tão humanos como o próprio Rabi da Galileia.
No filme, logo surge uma Maria incomodada com o modus vivendi
Na película também podemos encontrar um Jesus sorridente, em trapos, choroso às vezes, humanizado, no entanto integralmente divino. Um Jesus com medos e tristezas, todavia mártir de uma humanidade pautada no desamor (e que ainda é ou não?).
Podemos também observar um Pedro negro, ciumento, possessivo, mas forte e caridoso, líder. Além de um Judas entusiasmado com o Reino que estaria por vir e com a mudança do poderio saindo das mãos dos gentios para a coroação definitiva do Império do seu Rabi. Um Judas que jamais traiu, mas que, como um urubu do sacro ofício (sacrifício), foi incumbido pelo Mestre a fazer a parte mais suja de todas, entregá-lo.
Emocionei-me por Maria Madalena. Ela foi bem mais justiçada.
E aguardo ansiosamente que Judas Iscariotes também seja redimido e elevado a quem verdadeiramente foi.
Salve Myriam de Magdala, a quem foi feita puta por um papa, mas que é uma das mulheres mais santificadas que existiu em nosso planeta.
6.3.18
DE MÃOS DADAS PELA PAZ NA SÍRIA
Hoje, o manto carmim de Jesus suavemente tocou a face das crianças sírias. Todas as chagas se iluminaram e abandonaram a pele dos pequenos. Todas as crianças jazidas se ergueram do pó do chão e deram suas mãozinhas, antes sujas de sangue, para os homens de luz do deserto.
Se você pensa que o Cristianismo está na Bíblia, isso é um engano. O Cristianismo está no coração piedoso dos que trabalham por Jesus. Não está nas epístolas, nem nos capítulos, nem nos incisos, muito menos nos mandamentos de um deus sanguinário e vingativo. Está na obra de amor e na compaixão aos mais necessitados.
Onde há uma explosão, ali estão os enfermeiros do perdão. São cristãos, judeus e muçulmanos irmanados em um só propósito: o amor universal.
Não podemos ver, nem enxergar, mas tudo que sofre, entre maternidades, hospitais, ruas e casas rubras, recebe a assistência dos anjos e dos espíritos altivos.
Na Espiritualidade, a Primavera se faz com flores e não com bombas.
Hoje, os andarilhos brilhantes do deserto estão ungidos pelo socorro.
Essa é a verdadeira religião que os une a Deus, a Adonai, a Abba, a Alá.
26.1.18
Os mesquinhos de hoje serão os miseráveis de amanhã
A Casa Grande não seria tão grande se não fosse a mesquinharia. A elite não gosta de dividir.
Quem divide é a Senzala. Os escravos são solidários. Os Senhores do Engenho são egoístas e avarentos.
Se fosse possível, a Casa Grande nem teria empregados. Se em alguma reforma trabalhista, a Casa Grande não precisasse pagar o 13° salário ou as férias, vocês acham que ela pagaria por compaixão?
Se pudesse usar máquinas, usaria.
A Casa Grande odeia o povo porque enxerga o povo como escória. A Casa Grande se sente tão grande que se vê superior à Senzala.
Muitos escravos, para agradar seus Senhores, os defendem na intenção de ganharem pontos. Pura ilusão. Na primeira oportunidade, os escravos, baba-ovos de ofício, também serão prejudicados.
Ei, você da Casa Grande! Aqui você tem privilégios. Mas, saiba que os Senhores do Carma estão contabilizando suas faltas.
A riqueza também é um processo cármico. O mesquinho desta encarnação será o miserável da próxima.
20.12.17
PEQUENO, TEU OLHO VENCEU A ESCURIDÃO
Pequeno, que este olho, são e vidente, possa ver as cores que a natureza de Allah trouxe ao mundo. E que ele veja as ondas de um mar sereno que se esparge na areia. E que ele observe a paz que cresce em cada flor, mesmo a que nasce num terreno infértil e árido como a Terra.
E que a dor de perder um olho verta-se em milhões de sorrisos e abraços pela frente.
Teu olho perdido é um símbolo que marcará uma nova visão.
Bebê querido, nada foi em vão, recolhe as tuas lágrimas.
Teu olho enxergará muito mais horizontes.
E o olho que tudo vê permaneceu intacto.
Teu olho agora divisa o amor entre os homens.
Teu olho venceu a escuridão.
(Em homenagem ao bebê que perdeu um olho em um bombardeio na Síria. Hoje, o pequeno virou um símbolo na luta pela paz).
Parábola da Serpente, a diferença entre ser bom e ser bobo
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