26.2.13

ATENÇÃO MULHERES E MÃES! UM "ANJINHO" PODE SER UM BEBÊ DEPRESSIVO

Querido Diário.

Hoje fiquei sabendo que um fui um bebê depressivo. Minha mãe me contava que eu só dormia  e comia, que não dava trabalho algum... Sempre narrou isso com orgulho. Eu cria nisso. Mas, agora, descobrimos, eu e a Valéria Cimatti, minha "maga terapeuta", que esta minha "angelitude" estava ligada à tristeza de uma rejeição. Não uma rejeição consciente e sim, uma inconsciente por parte dos pais.

Fui muito amado. Mas, em algum lugar da consciência deles, houve um Mauricinho rejeitado. Talvez por ser o último dos moicanos, talvez por uma gravidez anterior à minha (e que poderia ser eu mesmo) não ter vingado...

O que quero expor aqui não sou eu e sim, os seus bebês. Prestem atenção melhor neles! Bebês escutam, falam e sentem dentro de um útero, de um berço, do andador. Eles engatinham sentimentos e emoções. O que uma mãe lê como "anjinho" pode ser uma depressão. O que uma mãe percebe como "levado" pode esconder uma hiperatividade.

Este meu retorno à adolescência e à infância vão me fazer um adulto mais íntegro e inteiro. Uma viagem às cavernas de mim mesmo pode revelar sentimentos ocultos e enterrados na areia ou desenhados numa pedra, como uma escritura rupestre da minha alma.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Entre as lições espirituais de A Odisseia

Entre as lições espirituais que a obra, tanto de Homero, quanto de Nolan, ensina, está no papel de autônomo e de soberano.  Sim, Odisseu, ap...