A Vida Afetiva (?) das Garotas de Programa

Ontem, assisti ao filme "Maiores de 18", de 2003, com a belíssima atriz Juliette Marquis, uma das mulheres mais lindas que eu já vi. Não vou me ater à opinião técnica do filme, que é razoável, mas à temática. É sobre a vida de uma atriz pornô, que em nada difere de uma garota de programa, só em quantidade.

Não vou conara o fim do filme, mas a história me remete a muitos questionamentos, entre eles, como as garotas de programa, prostitutas e atrizes pornôs que, na minha avaliação, não tratam o sexo com respeito e consideração, lidam com suas vidas afetivas.

É uma curiosidade. Será que é unânime a questão da poligamia, isto é, que o homem é um animal polígamo por essência? Será que elas não possuem uma expectativa afetiva, por menor que seja? Será que elas não conseguem conectar seus corações? Será que não amam?

Estou longe aqui de criticar suas vidas desregradas, regadas com muito pó e bebida. Mas, gostaria de saber como estas pessoas, que não valorizam a sua vida afetivo-sexual, podem tratar seus sentimentos.

Certamente nenhuma garota de programa vai ler este blog, mesmo porque seus interesses são outros. Mas, não posso deixar de ficar intrigado com esta questão, haja vista que quase a unimidade das mulheres objetivam ser amadas a qualquer preço.

Essa é meta principal de uma mulher, não?

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