7.2.13
POEMA DO TEMPO
Quero chorar nuvens.
E despencar chuvas deste meu encontro.
Depois das tempestades, vendavais sopram em meu peito as dores.
Eu chovo.
Lágrimas de granizo, pedras de tristeza.
Acumularam-se em meus dias tão nublados.
Mas, que vejo, da janela de mim mesmo, um sol acordado.
É tempo de mudar o tempo aqui dentro.
Convido tua brisa a dançar comigo.
Um amor em forma de vento.
Para assim confortar meus dias em teu rosto. Cair em tua boca.
Jazem as horas de seca, de tantas gotas que eu verti.
Agora, e a partir de agora, quero chorar nuvens.
E voltar para mim, no novo tempo.
Vem!
Um casal no Astral em foto obtida por TCI
Uma trans imagem me emocionou profundamente, um casal de braços dados andando ao ar livre em algum lugar do Plano Astral. Antes que pensem ...
-
Fãs da Paula Fernandes, para quem não conhece este é o poema que originou a canção. Depois, transformamos em letra com alguns ajustes. Espe...
-
Trata-se de uma viagem lisérgica que mistura rock, pop e new age, bem ao estilo apocalíptico do paraibano Zé Ramalho. Quando comprei o dis...
-
Nós temos uma tela etérica , também chamada de tela búdica por alguns espiritualistas, que serve como um filtro entre o corpo físico e o em...