A LIÇÃO DE CARLITO

No último domingo, assisti a um documentário sobre a vida do cantor e compositor argentino Carlos Gardel. Sua voz era marcante, sua imagem bela e limpa, suas composições ficaram na memória do mundo. Era elegante, apesar de combater a obesidade em toda a sua vida. Trajava-se com requinte. Era amado, reverenciado. Fez mais de dez filmes na Broadway. Músicas como Por una cabeza, Mano a Mano, El Dia que me Quieras, Volver, entre outras tantas, foram imortalizadas por sua voz. Tinha uma capacitade de interpretação fora do comum. Poderia ficar neste preâmbulo até amanhã. Mas, o objetivo desta nota não é falar específicamente do talento imensurável de Gardel. O que eu quero dizer é que tudo, mas tudo mesmo, pode estar por um segundo...

Carlos Gardel morreu no auge da sua carreira. Estava no Aeroporto de Medellin, na Colômbia, quando seu avião, que nem havia decolado, bateu em outro avião por conta do erro de um sinalizador e por falta de condições visuais. Carlito morreu na hora no choque e foi um choque para a nação argentina. Estava com 45 anos.

O que eu quero dizer é que devemos viver cada momento, cada segundo, cada instante da vida como se fosse o último, conforme disse Maomé. Não há mal que perdure a eternidade, e nem bem que seja eterno. Tudo pode mudar. A roda gira e, ao mesmo tempo que estamos lá em cima, podemos despencar e vice e versa.

Assim, aproveite o AGORA porque somente o agora é eterno. Este é um presente.

Outro presente é isso: http://www.youtube.com/watch?v=fhR09litykM

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