O APOCALIPSE DE SANDY

Qual será a importância para a humanidade o relato da cantora Sandy para a revista-vitrine de gente pelada? Trata-se de uma propaganda enganosa da fadinha pudica que quer mostrar seu lado devassa?
Qual a razão da menina mocinha querer mostrar seu lado pervertido? Há alguma perversão, de fato, em ser absolutamente normal? Ou sodomia, sexo oral ou qualquer coisa que valha ou não valha é anormal?
Não entendo tanto alarde por uma questão tão comum. Afinal de contas, a Sandy só transava com um buraco no lençol e às escuras? Só transa para a procriação? É ridículo pensar isso.

Ocorre que esta matéria da referida revista foi plantada para vender muitos mais exemplares. Descortinar a vida sexual da fada-cantora servirá para apimentar a imagem da Sandy, que por sinal, não faz sucesso já algum tempo. Além do mais, a revista venderá muito mais com as revelações do que as fotos já saturadas.

Quanta bobagem!

Num país de BBBs, Fazendas, grupelhos de pagode de língua presa que rima amor com flor, duplas de galos garnizés cantarolando o breganejo, o Apocalipse de Sandy é mais uma tentativa chinfrim de vender porcaria à massa sem encéfalo.

E vão conseguir.

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