A RIXA FORA DE MODA E BURRA ENTRE REDAÇÃO E ASSESSORIA AINDA DÁ AS CARAS

Já perdi as contas de quantas vezes acompanhei o caráter arrogante de alguns jornalistas. E mesmo depois do terceiro milênio ter se instalado e o século XXI aportado, ainda percebo atitudes demodês da rixa entre os jornalistas de redação e os de assessoria de imprensa.

Eu me lembro de uma jornalista da Folha S. Paulo que cuidava da Folha Equilíbrio. Era considerada o "demônio" das assessorias pela falta de educação e de modos aos assessores de imprensa. Ela ficou por lá alguns anos. Mas, certo dia ela foi demitida. E adivinha onde ela foi parar? Numa agência de comunicação!

Quantos jornalistas que trabalharam em redações perderam seu empregos pelos "passaralhos"? E pra onde foram? Pras assessorias.

Eu sou jornalista corporativo há mais de dez anos. Essa foi uma opção que, a meu ver, era mais inteligente, livre e rentável. Jamais abaixei a cabeça para qualquer jornalista de redação,TV, rádio, site. Nunca! Mesmo porque sou formado e conto com especializações também. Então, oferto meu profissionalismo aos veículos de comunicação. E quem é inteligente sabe que esta relação, assessoria e redação ou produção, é uma via de duas mãos, ambos necessitam.

Mas, infelizmente a arrogância e a estupidez perseveram no ego de alguns péssimos profissionais, inclusive até amigos (ou ex-amigos).

Há tantas máximas no jornalismo... Citar as fontes, não burlar exclusividades, ser imparcial, porém opinativo.
No entanto, muitos colegas se esquecem que o tempo pode jogá-los para todos os lados. Um dia, quando a gente menos espera, a gente precisa sobreviver. E aí, arrogância verte-se em humildade pelo desemprego.

Oremos e vigiemos!

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