Um dia, meu filho Gabriel, quando tinha uns 6 anos, me disse que não queria crescer. Ele chegou a chorar dizendo que jamais ele cresceria. Tive vontade de chorar com ele porque eu sabia que isso não seria possível. Crescer dói. E requer algumas responsabilidades e, principalmente, escolhas.
Eu fico triste quando alguém prefere não arriscar. Significa aí que o medo, a insegurança, a falta de confiança em si mesmo, venceram.
Lembro-me da história de uma mulher que não saia de casa por pânico. Tinha medo de tudo, de ser assaltada, raptada, de sofrer um acidente. Ficou anos reclusa. Estava feliz na sua vidinha, ainda mais depois do advento da internet. Certo dia, seu filho sofreu um acidente porque havia bebido muito. O moço foi parar no hospital e ficou entre a vida e a morte. A mulher não teve mais medo de nada. Assim que soube que o filho estava internado, em coma, a mulher saia em disparada para o hospital e não lembrou dos seus pânicos. E foi assim por semanas e meses. Todos os dias ela visitava seu filho. Até que um dia ele recobrou os sentidos. Voltou a se recuperar. E onde será que foi parar o pânico da mulher? Ela havia reparado que não sentia mais medo. O medo esbarrou no Amor.
Crescer é a mesma coisa. A gente tem que meter as caras e seguir em frente, por Amor, Amor a nós e aos outros. Isso é que nos liberta!!!
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